keliane perguntou:

Tenho 32 anos, não consigo decidir que profissão seguir. Meu sonho sempre foi eng civil, mas sou ruim em matematica. o q faço?

  • Respondido em 01/11/2015
    Alexandre dos Santos Psicologia - CRF 41580/SP
    Olá,

    persista em seu sonho, não desista todo caminho existem pedras ou barreiras para enfrentarmos.
    Supere essa sua barreira e siga em frente atras de seus sonhos.
    Somente assim será um vencedor e sentira em paz consigo mesmo.
    Abraços
    Alex

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  • Respondido em 02/11/2015
    Dirk Belau Psicologia e Psicanálise - CRP 06/117170/SP
    Olá,

    que você seja "ruim em matemática" não significa muita coisa. Talvez você era ruim até agora, por circunstâncias diversas que só você conhece. Mas no futuro você vai ser bom, se você trabalhar para apreender. Talentos não são inatos, nem "ser ruim" é inato e para a vida toda. O talento é um mito que serve para se achar em paz com os desafios, deixando-os de lado. O mito favorece uma atitude passiva dos muitos em favor dos poucos que se ativam e levam vantagem, geralmente com a ajuda de pais já com escolaridade maior e do dinheiro deles para frequentar uma escola melhor.

    Outro problema é a didática discriminatória nas nossas escolas, inclusive as particulares com poucas exceções. Ela enfatiza a diferencia entre os "bons" e os "ruins" e desencoraja os "ruins," ao invés de ajuda-lhes com preferência. Muitos professores gostam da competição entre os alunos e curtem os "bons." Deixa o trabalho do professor mais fácil. Na vida adulta não é bem assim. Na faculdade você, adulto, pode desenvolver o seu próprio estilo de apreender e não vai ser medido o tempo todo pela competição. As provas são um mau inevitável, mas o desafio verdadeiro é de entender a matemática. Dá prazer como todo domínio científico é fonte de prazer, uma vez a competição deixada de lado. Lembre: Einstein era aluno "ruim."

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  • Respondido em 29/06/2016
    Tatiana Maria Sanchez Psicologia - CRP 06/56193/SP
    Olá,

    Existem vários critérios que devem ser levados em conta, na hora de fazer uma escolha profissional.
    Aquilo em que somos "bons" ou "ruins", levando em conta apenas as experiência escolares de ensino fundamental e médio, não é suficiente para uma escolha madura e nem garante sucesso profissional.
    Além de algumas habilidades e características mais "naturais", também temos que levar em conta fatores como:
    -aquilo que nós temos como desafio que queremos enfrentar;
    -nossas dificuldades que não queremos/podemos mudar;
    -condição econômica da qual partimos e para a qual queremos/precisamos chegar;
    -expectativas pessoais sobre determinadas profissões na sociedade;
    -expectativas familiares sobre o que deveríamos ser/fazer;
    -condição/vontade de voltar a estudar e/ou mudar de carreira a partir de certo momento do ciclo de vida;
    -conhecimento mais concreto de como os cursos superiores funcionam no Brasil, como são os currículos, variedade de cursos existentes etc
    Enfim, são muitos fatores que precisam ser explorados.
    Provavelmente você já desenvolveu alguma trajetória de carreira e já fez algumas escolhas, tanto acadêmicas quanto profissionais antes, mas parece não estar satisfeito com o lugar em que chegou, ou não consegue reconhecer o valor do caminho que seguiu até hoje.
    Um processo de Orientação Profissional (também chamado de Carreira) te ajudaria muito nessas explorações!

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  • Respondido em 26/03/2017
    Adriana de Araújo Psicologia - CRP 56802/SP
    especialista minha vida
    Olá,

    A busca por uma profissão pode ser feita em qualquer idade. As vezes, uma orientação vocacional (que é a ajuda para avaliar suas habilidades, sonhos e desejos) pode ser bem vinda e recomendada. Sua pergunta vem para nós especialistas indicada sobre o tema auto estima, então, sigo minha explicação com base nisso.
    Baixa auto estima pode estar ligado a questões emocionais e físicas, por exemplo:
    - timidez;
    - ansiedade;
    - depressão;
    - ou outras alterações emocionais.
    E também, algumas alterações físicas (hormonais, por exemplo) mexem com a mente e alteração as ideias e bem estar.
    Por isso, o melhor e mais adequado é que você busque uma orientação psicológica para:
    - entender o que exatamente você tem;
    - qual caminho indicado para tratamento;
    - diagnóstico;
    - e prognóstico.
    Também, se possível, vá em uma consulta com um médico para avaliar e eliminar outros problemas que possa estar ligados a isso. Quem sabe um clínico geral possa lhe atender para esse momento? Havendo necessidade, o médico pode encaminhar para outros profissionais ou especialistas.
    Livros, artigos, cursos sobre o tema são complementares e você pode iniciar também através desse meio. Assim, você segue um bom caminho de cura e bem estar. No meu site, por exemplo, que é o meu nome e sobrenome, você encontra várias dicas para melhorar aquilo que busca. Existem muitos artigos e áudios de hipnose que podem fortalecer suas emoções.
    Faça o melhor por você e siga um tratamento emocional que lhe dará ferramentas para despertar em você a segurança, bem estar e auto estima que necessita!
    Sessões de psicoterapia, coaching de vida, novo código da programação neurolinguística (PNL), EMDR, técnicas de terapia breve podem ser muito úteis a você nesse momento.
    Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Adriana de Araújo