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Hidrocefalia: sintomas, tratamentos e causas

Visão Geral

O que é Hidrocefalia?

A hidrocefalia é o acúmulo excessivo de líquido cefalorraquidiano dentro do crânio, que leva ao inchaço cerebral. Segundo o neuropediatra Marcone Oliveira, essa condição pode ocorrer por diferentes formas.

“Uma delas é um tumor no sistema nervoso central que vai dificultar a drenagem do líquor das partes superiores do ventrículo para partes inferiores, onde eles são drenados. Isso faz com que se aumente a pressão intracraniana, causando a hidrocefalia”.

“Uma delas é um tumor no sistema nervoso central que vai dificultar a drenagem do líquor das partes superiores do ventrículo para partes inferiores, onde eles são drenados. Isso faz com que se aumente a pressão intracraniana, causando a hidrocefalia”.

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Tipos

Há três tipos de hidrocefalia. A classificação se dá de acordo com a causa. Veja:

Hidrocefalia obstrutiva

Esse tipo da doença ocorre quando há um bloqueio no sistema ventricular do cérebro, impedindo que o líquido cefalorraquidiano flua normalmente pelo cérebro e pela medula espinhal.

Hidrocefalia não-obstrutiva

A hidrocefalia não-obstrutiva é resultante da baixa produção ou absorção do líquido cefalorraquidiano.

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Hidrocefalia de pressão normal

Este tipo de hidrocefalia afeta principalmente pessoas idosas. Ela é resultado de um trauma ou doença, mas as causas exatas ainda não estão totalmente claras.

Causas

No interior do cérebro existem espaços chamados de ventrículos, que são cavidades naturais que se comunicam entre si e são preenchidas pelo líquido cefalorraquidiano (LCR) ou líquor, como também é conhecido.

A hidrocefalia acontece quando a quantidade desse líquido aumenta dentro do crânio. Este aumento anormal do volume de liquor dilata os ventrículos e comprime o cérebro contra os ossos do crânio, provocando uma série de sintomas que necessitam de tratamento de emergência para prevenir danos mais sérios. A hidrocefalia, muitas vezes, pode ser detectada antes mesmo do nascimento, por meio de ultrassonografias periódicas.

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A hidrocefalia acontece quando a quantidade desse líquido aumenta dentro do crânio. Este aumento anormal do volume de liquor dilata os ventrículos e comprime o cérebro contra os ossos do crânio, provocando uma série de sintomas que necessitam de tratamento de emergência para prevenir danos mais sérios. A hidrocefalia, muitas vezes, pode ser detectada antes mesmo do nascimento, por meio de ultrassonografias periódicas.

Quando provocada por um tumor, não existe uma causa específica para o surgimento da condição. Em adultos, ela é observada através de sintomas como vômitos cítrico, dor de cabeça durante a noite, queda da pálpebra, diminuição da frequência cardíaca e quadros de convulsão.

Quando provocada por um tumor, não existe uma causa específica para o surgimento da condição. Em adultos, ela é observada através de sintomas como vômitos cítrico, dor de cabeça durante a noite, queda da pálpebra, diminuição da frequência cardíaca e quadros de convulsão.

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“Entretanto, algumas crianças nascem com malformações e vão ter hidrocefalia já nos primeiros meses e anos de vida. Por isso, é importante o médico pedir o perímetro cefálico, porque a alteração sindrômica que a gente sente com esses efeitos, como, por exemplo, a cefaleia e vômito, pode demorar mais para aparecer em bebês, pois eles possuem a fontanela aberta. Isso causa uma regularização periódica do organismo, não causando esses sintomas de forma rápida”, conta Marcone.

“Entretanto, algumas crianças nascem com malformações e vão ter hidrocefalia já nos primeiros meses e anos de vida. Por isso, é importante o médico pedir o perímetro cefálico, porque a alteração sindrômica que a gente sente com esses efeitos, como, por exemplo, a cefaleia e vômito, pode demorar mais para aparecer em bebês, pois eles possuem a fontanela aberta. Isso causa uma regularização periódica do organismo, não causando esses sintomas de forma rápida”, conta Marcone.

Fatores de risco

Em muitos casos, não é possível identificar a causa exata da hidrocefalia. No entanto, uma série de problemas médicos e no desenvolvimento do indivíduo podem contribuir para a hidrocefalia.

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Em recém-nascidos

Hidrocefalia congênita ou que ocorre logo após o nascimento pode ser motivada por:

Outros fatores

Outros fatores que podem contribuir para a hidrocefalia incluem:

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Sintomas

Sintomas de Hidrocefalia

Os sintomas de hidrocefalia variam geralmente de acordo com a idade.

Em bebês, os sintomas mais comuns incluem:

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Alterações na cabeça

Sintomas físicos

Em crianças mais velhas:

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Alterações comportamentais e cognitivas

Em crianças:

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Em adultos:

Em idosos:

Diagnóstico e Exames

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar hidrocefalia são:

Diagnóstico de Hidrocefalia

Marcone explica que o diagnóstico principal de hidrocefalia é feito com uma imagem do sistema nervoso central. Geralmente, o processo se inicia com uma tomografia, que é um exame mais simples e rápido e, no segundo momento, se houver dificuldade, é realizada a ressonância.

“Quando o bebe é muito novinho, com a fontanela aberta, a gente pode pedir a ultrassonografia transfontanela, que consegue diagnosticar a hidrocefalia. A partir daí, são feitos procedimentos para resolver essa drenagem do líquor”.

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Hidrocefalia

O tratamento principal é cirúrgico, com a drenagem do líquido da parte superior do cérebro para a mais inferior. “Existe uma técnica chamada terceira ventriculostomia, que introduz um veículo que faz um aumento da região, como se fosse um tubo”, conta Marcone.

O especialista explica ainda que há outras técnicas envolvem a colocação de válvulas, como o ventrículo pectronial, uma espécie de “canudinho” que liga a parte onde o líquor será drenado, passando pela cabeça e até pela região abdominal, onde esse líquido é absorvido. “Quando tem muita intensidade e a criança é novinha, a gente pode usar uma drenagem através de fontanela”.

Outros tratamentos podem incluir:

Além disso, o paciente precisará de check-ups regulares para certificar-se de que não há problemas adicionais. Regularmente, serão feitos exames para verificar o desenvolvimento da criança, por exemplo, e para saber se há problemas intelectuais, neurológicos ou físicos.

Enfermeiros visitantes, serviços sociais, grupos de apoio e órgãos locais podem fornecer apoio emocional e assistência à criança com hidrocefalia que tiver dano cerebral significativo.

Convivendo (prognóstico)

Complicações possíveis

Sequelas da hidrocefalia

“As sequelas são bem complexas. Uma delas, quando o crânio já está todo formado, quando não tem condições de crescer para fora e diminuir a pressão através da fontanela, pode levar a convulsões, parada cardiorrespiratória e morte. Então, se o crânio está fechado, o que acontece a partir dos dois anos de idade, a hidrocefalia é muito grave”, conta Marcone.

Em crianças menores, que ainda possuem a fontanela aberta, essas sequelas, apesar da possibilidade de acontecerem, são menos intensas. “Pode ocorrer morte de neurônio, o que leva à deficiência intelectual, alteração motora, da marcha e fala, além da convulsão. Porém, elas se instalam lentamente e é possível tomar medidas para que elas não cheguem nesse nível”.

Referências

Marcone Oliveira, médico pediatra com especialização em Neurologia Infantil pela Universidade Federal do Paraná - UFPR.