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Malária: sintomas, transmissão e prevenção

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Visão Geral

O que é Malária?

Malária é uma doença infecciosa febril aguda transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por um protozoário do gênero Plasmodium. O mosquito Anopheles costuma ter atividade crepuscular, picando e provocando essas infecções durante o amanhecer e o anoitecer.

Tipos

Existem cinco espécies de Plasmodium que causam a malária:

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No Brasil, três espécies estão associadas à malária em seres humanos: P. vivax, P. falciparum e P. malariae.

O Plasmodium vivax e o Plasmodium ovale vivem no fígado e, periodicamente, liberam parasitas maduros para a corrente sanguínea, provocando crises recorrentes. O problema desses dois tipos de parasitas é que a forma inativa deles não é destruída por muitos medicamentos contra a malária.

Já o Plasmodium falciparum e o Plasmodium malariae não permanecem no fígado. Este último tipo, no entanto, pode persistir na corrente sanguínea durante meses ou mesmo anos, antes de provocar sintomas.

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Sintomas

Sintomas de Malária

Os sintomas mais comuns são:

Malária: febre alta e dores musculares são os principais sintomas

No caso de infecção por P. falciparum, também existe uma chance em dez de se desenvolver o que se chama de malária cerebral, responsável por cerca de 80% dos casos letais da doença.

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Além dos sintomas correntes, há casos de malária em que pacientes apresentam:

Visão Geral

Causas

Como é a transmissão da malária?

A transmissão ocorre após picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por protozoários do gênero Plasmodium.

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Ciclo de transmissão da malária

Ao picar uma pessoa contaminada com o Plasmodium, o mosquito ingere células reprodutoras do protozoário e permite que o agente causador da doença se reproduza dentro dele.

Assim, quando for picar um indivíduo que não tem a malária, o Anopheles distribui representantes do protozoário nessa pessoa e permite que o ciclo de transmissão se mantenha.

Raramente, a malária é transmitida de uma mãe infectada para o feto, por transfusão de sangue contaminado, por transplante de um órgão contaminado ou por injeção com uma agulha previamente utilizada por uma pessoa com malária.

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Tratamento e Cuidados

Tratamento de Malária

O tratamento para malária deve estar de acordo com o Manual de Terapêutica da Malária, editado pelo Ministério da Saúde, e ser orientada pelos seguintes aspectos:

Medicamentos para Malária

Os medicamentos mais usados para o tratamento de malária são:

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Segundo o Manual MSD, remédios para a malária podem alterar a formação do feto. Por isso, mulheres grávidas que desenvolvem a doença devem sempre realizar consulta médica para saber qual é a melhor forma de tratamento para a malária.

Vale lembrar sempre que somente médicos podem dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento.

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Siga sempre à risca as orientações médicas e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consulta médica e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Malária tem cura?

A malária é um doença tratável e com cura possível. No entanto, quando não tratada em seus estágios iniciais, pode avançar rapidamente.

Prevenção

Prevenção

Medidas de prevenção individual: uso de mosquiteiros impregnados ou não com inseticidas, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas, uso de repelentes.

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Medidas de prevenção coletiva: drenagem, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia e das condições de trabalho, uso racional da terra.

Segundo Celso Granato, assessor médico em infectologia do Fleury Medicina e Saúde, é relativamente comum que as pessoas perguntem aos infectologistas quais precauções tomar diante à exposição ao risco de malária por curto período, como em viagens a Manaus ou a alguma localidade do Amazonas onde existem anofelinos contaminados pelo Plasmódio. Por vezes, essas pessoas vão pescar ou passear pelos rios da Amazônia e podem precisar de uma orientação mais específica.

"Uma forma simples de orientar essas pessoas é sugerir que procurem o Serviço de Auxílio ao Viajante do Hospital Emilio Ribas. Esse serviço funciona muito bem e é gratuito. Além de darem informações e orientações sobre os cuidados gerais (citados acima), eles têm uma série de informações bem atualizadas sobre o tipo de Plasmódio que temos em cada região brasileira e, no caso do Plasmodium falciparum, orientações baseadas na resistência desse protozoário aos medicamentos, o que varia muito de região para região", explica o especialista.

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Além disso, o serviço dispõe de informações sobre outros países, africanos e asiáticos, para onde turistas brasileiros dirigem-se com frequência cada vez maior.

Referências

Ministério da Saúde

Celso Granato, assessor médico em infectologia do Fleury Medicina e Saúde.

Ralcyon Teixeira, médico infectologista - CRM 120762 SP