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Teste de bioimpedância é mais eficiente do que calcular IMC

Método auxilia no controle de peso e de doenças crônicas de modo bem mais confiável; entenda

Quer emagrecer, ganhar músculos, definir o corpo, iniciar um protocolo para manutenção do peso ou até mesmo no tratamento de algumas doenças?

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Então, antes de qualquer coisa é essencial saber a situação atual de sua composição corporal. Ou seja, as proporções de gordura e massa magra. Dessa forma, o médico, o nutricionista ou o profissional de atividade física poderá prescrever, de maneira mais eficiente, um plano para que o seu objetivo seja alcançado.

Atualmente, existe uma forma bastante precisa e simples de se fazer esta verificação: trata-se de um procedimento chamado teste de bioimpedância.

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O que é bioimpedância

A bioimpedância é um teste que analisa a composição corporal, indicando a quantidade de músculos, água e gordura. Ele é usado não apenas para dar início a um programa de saúde, mas também durante todo o processo para avaliar os resultados, por exemplo, de uma dieta ou treino.

Como é feito o exame de bioimpedância

Para se realizar o exame da bioimpedância são utilizados equipamentos especiais que, à primeira vista, se parecem com aquelas balanças domésticas que costumamos ter no banheiro.

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No entanto, a comparação fica apenas no design, já que os equipamentos de bioimpedância apresentam uma tecnologia avançada. Possuem uma placa de metal que conduz um tipo fraco de corrente elétrica que segue por todo o corpo e, em instantes, é conhecida a composição corporal.

IMC: por que é menos eficiente

Saber a sua composição corporal é importante, porque é por ele que se avalia se uma pessoa está dentro do "peso saudável". Uma das formas de fazer isso é pelo Índice de Massa Corpórea, conhecido como IMC.

Ou seja, o peso em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado (IMC = Kgs / altura²). A partir desta fórmula, uma IMC com resultado a partir de 25 já é considerado sobrepeso e, acima de 30, já seria sinal de obesidade.

Contudo, o cálculo de IMC tem um problema: ele não leva em consideração a composição do corpo. Ou seja, ele não avalia, dentro daquele peso, qual o percentual é referente à gordura e quanto seria massa magra.

Isso é considerado uma falha, pois um praticante de musculação, por exemplo, que tem sua massa muscular bastante desenvolvida, pode apresentar um peso igual ao de uma pessoa considerada obesa. E o inverso também pode acontecer: alguém que apresenta um IMC abaixo de 25 pode ter uma quantidade elevada de gordura e pouquíssima massa magra.

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Benefícios do exame

Apesar do exame de bioimpedância estar se tornando popular nas clínicas e academias como um aliado no controle do peso, ele também é uma importante ferramenta para o tratamento de doenças crônicas como diabetes, hipertensão arterial e cardiopatias.

Por isso, realize o exame regularmente e cuide de sua saúde para uma melhor qualidade de vida. Abraços e até a próxima!

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