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    Quais os sintomas e motivos para uma depressão pós-parto?

    Especialista consultado Dr. Eduardo Finger Clínica Médica CRM 72161/SP

    Possui graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1991), residência e especial...

    i
    Respondido em 17 de janeiro de 2014

    Tudo isto varia muito de pessoa para pessoa, podendo ir desde falta de interesse no bebê, até depressão clínica real. O que é importante é que as vêzes é difícil para a própria mãe perceber que algo está se passando, principalmente se for o primeiro filho, por isso, é importante estar sintonizado com outras pessoas que a cercam. ouvir o que dizem e se necessário, buscar ajuda o quanto antes. A estrutura de apoio é fundamental para o bem estar de mãe e filho.Os motivos são complexos e pouco compreendidos variando do psicologico ao organico, em diferentes graus para cada um.

    Especialista consultado Dra. Raquel Baldo Psicologia CRP 79518/SP

    Respondido em 7 de maio de 2014

    Vamos iniciar lembrando que é muito comum uma reação de tristeza, irritação ou estresse pós-parto em quase 80% das mulheres. Normalmente começam até o terceiro dia de nascimento do bebê e duram por volta de até quinze dias, desaparecendo naturalmente. Esta reação está ligada ao índice ansioso no organismo que se prepara, se preocupa e também gosta e sente prazer com o novo membro da familia. Cada caso e intensidade é sempre particular. Já a depressão pós parto é muito diferente desta situação, normalmente começa após algumas semanas após o bebê ter nascido e chama a atenção a profundidade dos sentimentos de tristeza e irritação. A mulher torna-se incapacitada de cuidar de seu bebê, sua casa, de si mesma. As causas que levam a esta depressão não podem ser listadas tão rigidamente, pois podem ser diversos os fatores que levam a este quadro. Porém é fato que a mulher passa por uma alteração hormonal significativa neste periodo de gestação e pós-parto e este fator deve ser levado em consideração sempre. Assim como devemos entender o quadro emocional da mulher, da famila e compreender as expectativas ou agonias com esta gravidez e este bebê. Todos estes fatores podem ajudar a melhor entender o porque, mas em todos casos, independente a causa, a ajuda professional é necessária e muito bem vinda para auxiliar, acolher e as vezes até orientar neste periodo tão delicado e merecedor de atenção. Espero ter ajudado

    Especialista consultado Dr. Henrique do Prado Cabral Psiquiatria CRM 10346/GO

    Sou médico, graduado pela UFG (2003), com residência médica em psiquiatria na PAX CLÍNICA (2007-2009).

    Respondido em 16 de outubro de 2014

    A depressão pós-parto é uma ocorrência muito comum. Tem uma causa multifatorial, em que vários elementos direcionam para um mesmo fim. Sem dúvia que a alteração hormonal merece lugar de destaque. Em um curto espaço de tempo (pra não dizer horas!) o corpo da mulher precisa reagir à uma nova realidade. Os hormônios "pra segurar o bebê" precisam ser interrompidos, o os hormônios "para alimentar o bebê" precisam ser produzidos.Além disso, o evento do parto é cheio de expectativas, nutridos nos 9 meses de gestação, e concretizados em um momento único. São meses de planejamento na esperança de ouvir o chorinho na sala de parto. Junto com umbebê, vem uma mãe (e o pai). E a rotina da casa muda completamente. As visitas são para o bebê, os presentes, os elogios, a atenção... toda a rotina da casa é modificada para atender ao novo ser.E o sono é um outro elemento importantíssimo. Qualquer mãe (e pai!) prepare-se para algumas noites em claro! Isso vai acontecer com 100% de chances!!! E qualquer ser humano com privação do sono vai apresentar sintomas depressivos (para fácil compreensão, a tal da serotonina é "reposta" com um sono de qualidade).Além disso (sem sexismo, machismo ou feminismo), as mulheres atuais são pouco, ou nada, preparadas para a maternidade... Todas são muito bem orientadas quanto à educação, profissão, carreira, direitos e deveres... Ou seja, do ponto de vista técnico, é muito provável que a mulher com predisposição à Depressão, apresente um episódio no período pós-parto...O importante é saber que isto existe e buscar a ajuda para resolver esta situação e aproveitar a maternidade...Att

    Especialista consultado Dra. Maris V Botari (Presencial e ONline) Psicologia CRP 12167/SP

    *Psicóloga Bradesco* *Psicóloga Amil*, *Psicóloga Sulamérica* em SP, Agende uma consulta experimental, sem compromisso...

    i
    Respondido em 15 de fevereiro de 2015

    Boa noite.Em geral a depressão pós-parto se relaciona com diversos motivos: se considerarmos que somos seres biopsicossociais, as causas podem estar nestes três níveis.Algumas pessoas têm uma tendência genética à depressão, que pode ser desencadeada em qualquer momento da vida. O parto é um evento nodal de grande importância na vida de uma mulher, e pode ser um fator desencadeante da depressão.Podemos citar também, a baixa produção de ocitocina, bem como os fatores psicológicos e contextuais da parturiente: sua situação familiar, financeira, sua autoestima, etc...Convém procurar um psicólogo antes do parto.

    Especialista consultado Dra. Martha Severo Psicologia CRP 02/16436/PE

    Psicóloga Clínica Graduada pela Faculdade de Ciências Humanas ESUDA.Especialista em Saúde Mental e Reprocessamento de T...

    i
    Respondido em 8 de abril de 2015

    A depressão pós-parto ocorre logo após o parto. Os sintomas podem variar tristeza e desesperança. Mães mais jovens podem experimentar alterações de humor e crises de choro após o parto, que passam de forma rápida não trazendo nenhuma consequência grave, isso se dar principalmente devido às alterações hormonais que decorrem no término da gravidez. Porém , algumas mães experimentam esses sintomas de forma mais intensa, desenvolvendo e dando origem à depressão pós-parto. Raramente, pode ocorrer uma forma extrema de depressão pós-parto, conhecida como psicose pós-parto.Antigamente , acreditava-se que somente as mães sofriam desse mal, no entanto, novos estudos mostram que elas também podem afetar os pais.Depressão pós-parto não é uma falha de caráter ou uma fraqueza. Se você tem depressão pós-parto, o tratamento imediato pode ajudar a gerir os seus sintomas , lhe dando o prazer de desfrutar de seu bebê. Não existe uma única causa para depressão pós-parto. Fatores físicos, emocionais e de estilo de vida podem influenciar de alguma forma no surgimento da doença. Fatores de risco para depressão pós-parto . História de depressão pós-parto anterior; Falta de apoio da família, parceiro e amigos; Estresse, como um recém-nascido doente, problemas financeiros ou problemas familiares; Limitações físicas anteriores ou após o parto; Depressão durante a gravidez; Depressão anterior; Transtorno bipolar; História familiar de depressão ou transtorno bipolar; História de desordem disfórica pré-menstrual (PMDD), que é a forma grave de tensão pré menstrual ( TPM|) Violência doméstica, que podem aumentar durante a gravidez e quando um casal está se ajustando a um novo bebê. Se o seu parceiro é violento ou emocionalmente abusivo, você e seu bebê estão fisicamente em risco, e você tem um maior risco de depressão pós-parto. É importante buscar ajuda Especialistas que podem diagnosticar uma depressão pós-parto são: Psicólogo Psiquiatra Endocrinologista Ginecologista e ObstetraApós identificado é muito importante buscar tratamento.

    Especialista consultado Dra. Milena Moro Degasperi Psicologia CRP 120253/SP

    Psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP), CRP/120253. Atualmente está cursando Doutorado em Psicologia do...

    i
    Respondido em 30 de abril de 2015

    A depressão pós parto não pode ser confundida com o "baby blues", um período de bastante instabilidade após a concepção de origem hormonal e que tende a desaparecer em poucos dias. A depressão pós parto costuma ter como sintomas: tristeza, falta de vontade de se cuidar e cuidar do bebê, Crises de choro, falta de apetite, sono intenso, entre outros. Os sintomas variam de pessoa para pessoa e infelizmente podem durar meses se não tratada a doença. Deve-se fazer acompanhamento médico e psicológico. Obrigada!

    Especialista consultado Dra. Bruna Setin Psicologia CRP 06/117908/SP

    Psicólga clínica atuante na linha Existencial. Realizo atendimento psicológico também em libras para pessoas surdas ou c...

    i
    Respondido em 26 de maio de 2015

    A depressão pós parto tem acometido muitas de nossas mulheres, tem sido algo muito preocupante. Durante a gravidez e principalmente apos o parto muitos hormônios se alteram, ha a necessidade de se adaptar a um novo corpo, é bem comum de se emergirem sentimentos ja escondidos, a mulher fica muito vulnerável. No Brasil ainda podemos contar com algumas outras questões que tem sido gritantes, como as violências obstétricas, que tem cada vez mais alcançado índices altíssimos de ocorrência e vão desde procedimentos desnecessários, invasivos ou desconfortáveis até um tratamento de cunho mais humilhante mesmo, como culpabilização da mãe por alguma intercorrência no processo, moralismos ou depreciação de suas capacidades. Dentro desse cenário é difícil uma mulher, ja vulnerável, não ser invadida por sentimentos ruins ou ter alterações drásticas de humor ou comportamento. A depressão pós parto faz parte disso. Pode se apresentar de diversas formas, seja a recusa ao cuidado do bebe, principalmente por não reconhece-lo como seu, embotamento afetivo, raiva excessiva e sem motivos aparentes, afastamento excessivo dos outros em relação ao bebe, apatia, anedonia, entre tantos outros. Dentre tudo, o que irá dizer se essa mãe precisa ou não de um acompanhamento psicológico é se ela esta em sofrimento, se não esta satisfeita com algo, se algo a incomoda, independente dos sintomas, o mais importante é que não se sofra sozinho, esta com alguma dificuldade procure um profissional pra lhe ajudar. Dica: Hoje o SUS tem proposto a Humanizaçao do parto, buscando trazer de volta a mulher para o centro do momento do parto, se colocando como atuante e capaz de gerir e parir seu filho, com todos os indícios científicos para os procedimentos ou ausência de procedimentos, pois compreende-se os benefícios de um parto normal com o menor número de intervenções possíveis, tanto param bebe como para a mãe.

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