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Pré-diabetes: o que é e como reverter essa condição

Diagnóstico precoce é essencial para garantir tratamento adequado e prevenir o diabetes tipo 2

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O diabetes é uma das doenças mais comuns no Brasil, conhecida por mudar completamente a rotina e os hábitos dos pacientes que possuem esta condição. Ela acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada, causando um aumento da glicose (açúcar) no sangue.

Apesar de não ter cura, o diabetes pode ser totalmente controlado, o que rende qualidade de vida e bem-estar ao paciente. Neste sentido, o diagnóstico precoce também é um dos fatores essenciais para diminuir os impactos da doença, garantindo que os cuidados médicos sejam feitos de forma rápida e precisa, evitando maiores danos à saúde.

Por isso, conhecer os sinais iniciais da doença é fundamental para toda a população. E este cenário, geralmente, começa com o pré-diabetes, que é considerado um alerta dado pelo corpo para o possível desenvolvimento crônico da condição e muitas vezes não tem sintomas. Ou seja, é um quadro "silencioso" que exige tratamento imediato.

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O que é pré-diabetes

O pré-diabetes é a situação clínica que precede o diagnóstico do diabetes tipo 2. Por meio de exames de rotina, como a glicemia de jejum, o nível de açúcar no sangue é medido e analisado. Neste momento, o corpo indica que a glicemia está começando a ficar elevada e os níveis de insulina também (já que o pâncreas passa a produzir o hormônio em excesso na tentativa de controlar as taxas de açúcar).

De acordo com a Sociedade Americana de Diabetes, uma pessoa é considerada pré-diabética quando o valor glicêmico no sangue está entre 100 e 125 mg/dL, e a análise da curva glicêmica, feita após duas horas da ingestão de 75 gramas de glicose, mostra um valor de glicemia entre 140 e 199 mg/dL. Além disso, o exame de sangue chamado hemoglobina glicada, se estiver entre 5,8% e 6,4%, também é considerado um indicador de pré-diabetes.

Por ser a única etapa reversível da doença, o diagnóstico de pré-diabetes deve ser levado a sério e pede por mudanças significativas no estilo de vida, a fim de evitar o surgimento definitivo da doença. Isso porque as causas mais prováveis de pré-diabetes estão relacionadas com ganho de peso excessivo, sedentarismo e alimentação baseada em alimentos hipercalóricos e industrializados.

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Quem está em risco?

É importante saber que algumas pessoas estão mais propensas a desenvolverem o pré-diabetes do que outras, o que caracteriza o chamado grupo de risco da doença.

O pré-diabetes pode ocorrer por uma junção de diferentes características, como:

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Assim, identificar os fatores de risco é uma das principais etapas para prevenir o aparecimento do diabetes, bem como realizar exames regulares e seguir o tratamento recomendado pelo médico.

Para auxiliar no entendimento dos sintomas e riscos do pré-diabetes, atualmente, é possível contar com a ajuda de diferentes aplicativos e ferramentas online que também ajudam a entender se você está correndo risco de desenvolver a condição, como o chatbot da Gyant.

Pelo Messenger do Facebook, você pode interagir com a Inteligência Artificial e realizar uma série de perguntas sobre o histórico de saúde e hábitos de vida de cada pessoa. No final, ele pode concluir o risco de ter pré-diabetes de cada indivíduo, indicando a procura por acompanhamento médico.

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De acordo com dados levantados pela Sociedade Brasileira de Diabetes, é estimado que 35 milhões de brasileiros sejam pré-diabéticos. A falta de conhecimento no assunto e as poucas idas ao consultório médico podem ser alguns dos fatores responsáveis pela ausência do diagnóstico. Logo, a pré-triagem online, como a que a Gyant oferece, é uma das alternativas mais eficientes para identificar e prevenir o surgimento da doença, conscientizando a população pela busca do tratamento adequado.

Estou com pré-diabetes: o que fazer?

Após analisar as características específicas do quadro de saúde do paciente, o médico deverá indicar uma série de ações para que a condição possa ser tratada e reverter a evolução do quadro para o diabetes tipo 2, como:

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Especialistas da Sociedade Brasileira de Diabetes afirmam que as mudanças na rotina podem reduzir em cerca de 40% o risco de desenvolver a doença. Em alguns casos, é possível que o tratamento farmacológico seja indicado, com o uso de medicações para controlar o nível glicêmico do sangue.

Quando não tratado adequadamente, o pré-diabetes pode evoluir para o diabetes tipo 2 que pode causar diversas complicações, como infarto, infecções, AVC e até lesões na retina do olho - fatores que comprometem a qualidade de vida do paciente e reforçam ainda mais a importância do diagnóstico precoce.