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Palestra apresenta formas de tratamento da hiperidrose

Excesso de suor nas mãos, axilas e plantas dos pés são principais sintomas

Muitas pessoas sofrem com o suor excessivo durante o dia e nem sequer sabem a razão, quanto mais como tratar o problema chamado de hiperidrose. Na próxima quarta-feira, dia 22 de setembro, será realizada uma palestra gratuita no Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, para esclarecer dúvidas e apresentar os tratamentos disponíveis para o problema. A doença pode surgir já na infância e se manifestar através da produção excessiva de suor pelas glândulas sudoríparas. As regiões mais afetadas são as palmas das mãos e plantas dos pés.

A apresentação será conduzida pelo cirurgião torácico Mario Ghefter e abordará os diferentes tipos de hiperidrose: a primária, que não apresenta causas conhecidas, incluindo razões emocionais; e a secundária, decorrente de lesões neurológicas e algumas doenças metabólicas, como o hipertireoidismo e a obesidade. Conforme o especialista, na hiperidrose primária a sudorese aumenta em situações de desconforto ou tensão emocional, atingindo mais frequentemente palmas das mãos, axilas e plantas dos pés.

Para quem procura ajuda para o problema, a palestra também abordará os tratamentos disponíveis para a hiperidrose. De acordo com o especialista existem diversas opções terapêuticas, mas quase todas são paliativas, ou seja, diminuem a sudorese por períodos curtos ou enquanto durar o tratamento, mas não eliminam totalmente o problema.

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Segundo o cirurgião, o único tratamento definitivo é mesmo a cirurgia, onde se interrompe a ação do nervo simpático, que é responsável pela regulação da produção do suor. O especialista destaca que a cirurgia tem apresentado resultados importantes até mesmo para os casos de sudorese palmar, que são os mais frequentes, em que o sucesso da intervenção chega próximo aos 100%. "Os riscos desta operação são extremamente baixos e o sintoma mais comum no pós-cirúrgico é a dor, que desaparece em poucos dias", conclui o médico.

Serviço: A palestra gratuita sobre hiperidrose ocorre no dia 22 de setembro, quarta-feira, às 15h no centro de convenções do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, localizado na Rua Borges Lagoa, 1.450, Vila Clementino, na cidade de São Paulo. Os telefones para inscrições e informações são: (11) 5080-4127 e (11) 5080-4351

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Alguns fatores importantes podem ajudar na identificação e no tratamento da hiperidrose. Um dos fatores mais frequentes é que a doença pode ser transmitida entre gerações, já que normalmente acomete pessoas da mesma família. Portanto, se o pai já apresentou este tipo de problema, provavelmente seus filhos serão grandes candidatos a também terem.

O problema pode ser muito mais sério do que se imagina. De acordo com o cirurgião torácico Antonio Malucelli, a hiperidrose pode trazer consequências psicológicas, além dos problemas físicos mais visíveis. "Devido à vergonha causada pelo suor em excesso, o paciente começa a se excluir, chegando até a apresentar fobia social - um problema grave de relacionamento - e se isola de todas as situações de convívio", ressalta.