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Anvisa revela uso irregular de formol em salões de beleza

35% dos fiscais que participaram do estudo encontraram o uso irregular de formol em alisantes

Um dos procedimentos mais solicitados aos cabeleireiros nos últimos tempos e o mais controversos dos alisamentos é a escova progressiva. Grande parte dos produtos usados para o alisamento do fios possui uma quantidade de formol além da recomendada.

De acordo com um estudo realizado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em conjunto com as Vigilância Sanitárias de estados e municípios no Brasil, aproximadamente 61% dos fiscais suspeitam que esses produtos contém um teor de formol superior ao permitido.

Para isso, a Agência solicitou que os fiscais sanitários respondessem a um questionário com perguntas que revelam a experiência deles com cosméticos. Dos fiscais que participaram da pesquisa, 35% relatam ter encontrado o uso irregular de formol em alisantes.

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A legislação determina um limite máximo de 0,2% da substância na composição de cosméticos, inclusive alisantes. Neste percentual, o formol apenas conserva a fórmula, não tendo potencial para alisar os cabelos. O produto também é permitido para endurecedores de unhas, na concentração de 5%.

O levantamento foi realizado pela Coordenação de Serviços de Interesse para a Saúde (CSIPS) da Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde (GGTES) da Anvisa.

Quais os riscos do formol à saúde?

Segundo a Anvisa, quando o formol entra em contato com a pele pode causar irritação, queimaduras, descamação e até queda de cabelo. Em casos de inalação, pode provocar ardência nas vias respiratórias, coriza, falta de ar, tosse e dor de cabeça. Além disso, instituições internacionais reconhecem o efeito cancerígeno do produto.

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