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Nível moderado ou alto de estresse leva a maior taxa de mortalidade

Risco é até 50% maior entre homens que se estressam por longos períodos

Estudo realizado pela Oregon State University (EUA) e publicado no Journal of Aging Research concluiu que homens que experimentam eventos estressantes de nível moderado ou alto por anos a fio têm taxa de mortalidade 50% maior.

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Para chegar à conclusão, os estudiosos usaram os arquivos de um estudo que conta com quase mil homens de classe média, com boa saúde e que trabalham. Eles foram acompanhados durante 18 anos - de 1985 a 2003.

O grupo classificado como de baixo estresse contou com homens que sofreram dois ou menos grandes episódios de estresse, em comparação à média de três episódios para o grupo moderado e até seis para o grupo que sofria alta pressão. Os episódios responsáveis pela tensão eram ocorrências que podem permear pessoas de meia-idade ou mais velhas, como morte da esposa e ter que colocar os pais em asilos.

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Uma das descobertas mais surpreendentes do estudo foi de que o risco de mortalidade do grupo de estresse moderado é semelhante ao grupo elevado, que é de 50% a mais daqueles que se estressam pouco.

Como proteção desse efeito negativo do estresse, os pesquisadores destacaram a boa saúde e o hábito de beber moderadamente - sem excessos. Nos resultados da pesquisa, pessoas que tinham esses fatores tinham uma expectativa de vida maior que os demais.

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Combata o estresse com medidas simples

Nada mais simples que um abraço para reduzir a tensão. Ao mesmo tempo em que conforta e protege, ele proporciona uma sensação prazerosa a quem envolve e é envolvido. O ato ativa as regiões temporais e frontais do cérebro, que são ligadas ao prazer.

Segundo a neurologista Sonia Brucki, vice-coordenadora do departamento de neurologia cognitiva e do envelhecimento da Associação Brasileira de Neurologia, o abraço faz com que o cérebro libere dopamina e serotonina, hormônios do prazer. "Você estabelece uma empatia com a pessoa, percebe o sentimento dele. Isso dá uma sensação prazerosa", explica.

Estudo realizado pela Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, indica que abraçar diminui os níveis de cortisol e a norepinefrina, hormônios relacionados ao estresse, além de diminuir a pressão sanguínea, o que previne doenças cardíacas. O aumento da taxa de uma substância chamada oxitocina também é notável. Quanto mais oxitocina o cérebro libera, mais a pessoa quer ser tocada e menos estressada ela fica: ou seja, quanto mais abraçada ela é, mais ela deseja ser abraçada.

Portanto, embora não combata diretamente as causas do estresse - sejam elas vindas de problemas familiares, do trabalho, entre outras -, o abraço acolhe a pessoa de tal forma que pode melhorar, e muito, a disposição e a maneira de encarar os problemas.

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