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Famílias podem sofrer mais que os pacientes com doenças crônicas, diz estudo

Pesquisa mostra que mudanças na rotina são a principal causa para os transtornos emocionais

Um estudo feito pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP mostrou que o sofrimento com doenças crônicas pode afetar mais a família do que o próprio paciente.

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A pesquisa foi feita com 100 pacientes portadores de doenças crônicas, como câncer, derrame, diabetes. Os pacientes estavam em tratamento em um hospital geral e acompanhados de membro da família.

Os participantes responderam questionários para que os cientistas pudessem saber mais sobre sua qualidade de vida, se tinham algum vínculo espiritual e entender a situação sociodemográfica de cada um. Quando os pesquisadores foram bater os dados perceberam que os familiares estava sofrendo mais do que os pacientes.

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O estudo observou ainda altos níveis de depressão e ansiedade nesses familiares. Isso mostra, segundo a análise, que em circunstâncias de adoecimento crônico que ameaça a continuidade de vida, tanto pacientes como familiares são acometidos com sinais e sintomas depressivos e ansiosos.

O motivo de os familiares apresentarem sintomas depressivos se dá pelo fato de que para acompanhar o paciente, o familiar também precisa deixar de realizar algumas atividades e a família precisa se adaptar à rotina do paciente. Isso poderia gerar um desconforto para quem não está doente.

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Espiritualidade pode ajudar a amenizar o sofrimento

O estudo também aponta que o cultivo à espiritualidade pode amenizar o sofrimento de pacientes crônicos. Isso porque entre as famílias em que existe um vínculo com a espiritualidade o sofrimento é encarado de forma mais positiva.

Nesses casos, a fé é usada como um recurso a mais para lidar com o problemas e adversidades da vida. Além disso, diante de um tratamento doloroso e invasivo, muitas vezes o paciente busca inspiração e usa a espiritualidade como ferramenta para construir uma nova forma de viver.