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Fugir da fisioterapia pode piorar o problema: entenda

E não adianta começar o tratamento e parar na metade

Existem diversas consequências para pessoas que não fazem uma reabilitação adequada após uma lesão. Muitas vezes negligenciada, a fisioterapia pós-lesão ou cirurgia é muito importante a longo prazo e para a volta às atividades funcionais do dia a dia. O preço a se pagar por isso pode ser diverso, dependendo da região afetada.

Um caso bem simples, por exemplo, é o entorse de tornozelo. Quando esse problema ocorre, além da dor, muitas vezes a condição muscular e o controle motor da região são alterados e, se não for trabalhado de forma adequada, poderão aparecer dores futuramente. Se estivermos falando de atletas, isso afetará diretamente o rendimento deles, além do risco de uma recidiva.

Por outro lado, não podemos esquecer do tempo de descanso, necessário e fundamental para a recuperação. Um exemplo comum para este caso acontece com as cirurgias ligamentares no joelho, onde a cicatrização e a adaptação tecidual exigem um tempo específico. Se isso não for respeitado, incluindo a não realização da fisioterapia, a chance de o paciente não conseguir retornar às atividades diárias e de recidiva da lesão são grandes. Para outras partes do corpo esses exemplos também servem, como por exemplo as lesões musculares, na coluna, no ombro, etc.

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Parar o tratamento na metade

Assim como não fazer a fisioterapia, parar o tratamento na metade também é muito ruim. O principal problema é o aparecimento de dores relacionadas à lesão que não foi 100% tratada, além de possíveis novas lesões. Por isso, é importante concluir todas as etapas até que o profissional faça um diagnóstico preciso sobre a real recuperação daquela lesão.

Correndo atrás do prejuízo

Em muitos casos, é possível sim reverter o estrago feito depois de negligenciar o tratamento. O problema é que a melhora pode ser inferior à que seria obtida se o tratamento tivesse sido feito no momento inicial. A fisioterapia precoce ajuda o paciente a se recuperar mais rápido, poupa tempo e, consequentemente, dinheiro. Melhorando assim a qualidade de vida das pessoas e evitando dores crônicas no futuro. Por isso, siga as orientações do profissional para não se arrepender de não ter feito o tratamento da maneira adequada.