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Proteção contra câncer de pele deve começar na infância

Exposição ao sol deve ser controlada para proteger a pele do bebê

As mutações que levam ao câncer de pele podem começar logo no primeiro ano de vida do bebê, diz um estudo feito pela Northwestern University, em Chicago (EUA). Nesse período do desenvolvimento da criança, a pele ainda é bastante vulnerável aos raios solares, o que a deixa mais propensa a mudanças causadas pela radiação. Os autores do estudo afirmam que, mesmo que nessa época a exposição ao sol seja importante, já que as crianças precisam da vitamina D fabricada pelo corpo apenas quando há exposição ao sol, é preciso tomar alguns cuidados para garantir a saúde dos pequenos.

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Depois de analisar quais seriam as melhores técnicas para proteger as crianças, os pesquisadores descobriram que controlar rigorosamente o tempo de exposição solar é a melhor forma de prevenir a doenças. Manter os bebês dentro de casa no período entre 10 e 14 horas, quando o sol é mais intenso, já é o suficiente para diminuir os riscos de câncer de pele na vida adulta.

Além disso, principalmente os bebês com menos de seis meses de vida, devem usar um tipo especial de protetor solar. Os pais podem procurar produtos com base em zinco, que não costumam provocar reações alérgicas nas crianças. Os cientistas aconselham não criar uma camada muito grossa com esse protetor, para continuar permitindo a absorção de quantidades saudáveis de raios solares, e também deixar o produto bem longe dos olhos, área muito sensível nos bebês.

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Alimentação contra câncer de pele

Outras pesquisas também apontam a relação entre esse tipo de câncer e a alimentação. Testes realizados por pesquisadores do Penn State College of Medicine, da Universidade da Pensilvânia (EUA), constataram que a ingestão de brócolis e couve-flor é uma arma poderosa contra o melanoma, forma letal do câncer de pele.

Os testes foram realizados com animais e plantas submetidos à ingestão das substâncias antioxidantes Isotiocianatos, presente nos vegetais, combinadas com doses reduzidas do mineral selênio.

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Após os estudos, constatou-se que tais compostos, quando são associados, ajudam na prevenção e no processo de cura da doença, já que o selênio desestabiliza a proteína responsável pelo seu desenvolvimento, enquanto o antioxidante inibe o crescimento dos tumores.

"O melanoma, que se origina dos melanócitos, células que produzem o pigmento que dá a cor da pele, é o pior câncer de pele que pode ser diagnosticado. É um tumor muito grave devido ao seu alto potencial de produzir metástases, que são células tumorais e podem ser espalhadas para outros órgãos, onde se desenvolvem. Mas, também, é um câncer de pele com grandes chances de cura, se for detectado precocemente", explica a dermatologista Mônica Carvalho, especialista do MinhaVida.