Cuidados com a alimentação da mãe ajudam a evitar cólicas no bebê?

Alguns alimentos podem causar dores abdominais nos filhos durante o período de aleitamento materno; conheça mais sobre estes alimentos

* Conteúdo patrocinado por Luftal

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Mesmo antes da sua chegada, o bebê se torna o centro das atenções da família. E essa rotina corrida da maternidade nem sempre tem espaço para uma pessoa muito importante que também precisa se cuidar: a mãe. Especialmente durante a fase de amamentação, alguns pontos precisam de atenção redobrada. Um deles é a alimentação. Você sabia que a dieta da mãe pode refletir no bem-estar do bebê?

Não existe ainda um consenso definitivo sobre o que comer e o que evitar durante a amamentação, mas sabe-se que alguns alimentos e bebidas podem causar desconforto nos pequenos, piorando gases e causando as incômodas cólicas. Para identificar quais são eles, você pode se basear no seguinte princípio: o que faz mal para a mãe também faz mal para o bebê, consequentemente. Por isso, cuidar de si mesma também é cuidar do filho, já que nos primeiros meses de vida eles dependem exclusivamente do leite materno.

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A primeira dica valiosa é ficar atenta ao bebê após ingerir algum alimento específico. Se possível, crie um diário para registrar os cardápios das refeições e que tipo de reação o seu filho apresentou, como gases, refluxo, prisão de ventre e outros. Dessa forma, é possível descobrir quais alimentos estão relacionados aos sintomas de desconforto nos pequenos, como no caso das cólicas.

Veja abaixo alguns alimentos que são campeões das cólicas:

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Leguminosas

Não há uma verdade absoluta a respeito desse tema, mas alguns alimentos são campeões de reclamações no quesito cólicas. É o caso das leguminosas, como feijão, ervilha e soja, que têm uma tendência maior de fermentar no intestino. Essa fermentação, que pode ser passada para o bebê pelo leite materno, pode causar os gases intestinais, um dos maiores responsáveis pelas cólicas infantis.

Crucíferas

Vegetais da família das crucíferas, como brócolis e repolho, também entram para a lista dos causadores de gases intestinais, já que contêm enxofre em sua composição.

Chocolates e doces

Outro alimento para ficar de olho é o chocolate que, quando consumido em excesso, pode provocar dores e desconfortos abdominais nos bebês. Isso acontece por conta das proteínas do leite presentes no doce, que aumentam os movimentos do intestino e a produção de gases nas barrigas - das mães e dos filhos.

Leite de vaca

Vale lembrar que a proteína do leite de vaca é muito diferente daquela encontrada no leite materno, podendo provocar uma série de reações indesejadas no organismo do bebê. "Não está cientificamente comprovada que a ingestão de alimentos que produzem gases nas mães possa provocar cólicas nos bebês. Mas há uma exceção: o leite de vaca. A mãe não precisa tomar leite para produzir seu próprio leite. Alguns estudos indicam que o consumo excessivo de leite deve ser evitado pelas lactantes. Em famílias com história de alergia à proteína do leite, a ingestão não deve ser realizada nem durante a gestação", orienta o pediatra Marcus Renato de Carvalho, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em amamentação.

Carne vermelha

Outra vilã das cólicas que você precisa manter no radar é a carne vermelha, que tem um processo de digestão mais lento do que outros alimentos. Por isso, ela está mais suscetível à ação de algumas bactérias que fermentam esse tipo de carne se a flora intestinal estiver desregulada. Esse processo, bem como no caso das leguminosas e de alimentos ultraprocessados, também pode piorar a formação de gases intestinais.

Cuidados que fazem a diferença

Nessa etapa, não é indicado pensar em dietas, como alerta Marcus Renato de Carvalho. "Muitas vezes, as mães recebem uma lista de alimentos flatulentos, ou seja, que produzem gases, para deixar de consumi-los. Porém, é preciso lembrar que essas mulheres estão em um momento crítico, quando precisam de 500 calorias a mais por dia para a produção de leite, e por isso não devem ter uma dieta restrita".

A dica é intensificar os cuidados com a alimentação, da mesma forma que você fez durante a gestação, e encher o prato com alimentos ricos em vitaminas, nutrientes e fibras, como grãos e cereais integrais, frutas e verduras, mesmo que flatulentos. Além disso, incrementar a dieta com alimentos ricos em proteína, cálcio e ferro, como carnes magras, leite, queijos e ovos faz toda a diferença.

Gorduras saturadas, como frituras, manteigas e alimentos congelados, devem ser consumidas com muita moderação, já que não oferecem nutrientes importantes para a saúde da mamãe. Não precisa cortar completamente da dieta, basta não exagerar. O mesmo raciocínio vale para bebidas alcoólicas. O álcool pode passar da corrente sanguínea para o leite, prejudicando a devida nutrição do pequeno.

Porém, o especialista alerta que, caso o consumo de álcool durante a amamentação seja inevitável, como por exemplo em festas, é preciso conversar com seu pediatra para receber orientações. Além disso, é possível retirar e congelar o leite ou até mesmo amamentar o bebê antes de ingerir a bebida alcoólica. "Nas duas horas seguintes após a ingestão, tente se alimentar bem e manter-se bem hidratada. O seu bebê pode tomar o leite que você tem guardado - pulando assim uma mamada no seu peito. Depois, faça uma ordenha, desprezando esse leite. E caso não tenha se excedido, você pode voltar a amamentar algumas horas depois", completa.

Lembre-se que, durante a amamentação, é normal que a mãe sinta mais fome do que o habitual. Isso ocorre justamente porque o corpo está focado 100% na produção de leite materno, aproveitando todo o estoque de energia. Quando estiver com fome, entre uma mamada e outra, tenha por perto lanchinhos práticos e saudáveis, como abacate, sementes e castanhas, que são ricos em gorduras saudáveis para o organismo. Iogurte batido com frutas e torradas com queijo também são opções interessantes.

E se a cólica aparecer?

Mesmo tendo muito cuidado com a alimentação materna, as cólicas podem incomodar os bebês, pois outros fatores podem ainda fazer com que as dores apareçam.

"É bom lembrar que os gases intestinais também são originados pelo ar que os bebês engolem. Como eles choram muito, acabam deglutindo mais ar", observa o pediatra Marcus Renato de Carvalho, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em amamentação.

Nesses momentos, a mamãe pode contar com medicamentos próprios para o alívio de cólicas em bebês. O remédio líder em prescrição pelos pediatras* é Luftal, que age a partir de dez minutos após sua ingestão. O medicamento não é absorvido pelo organismo do bebê e atua diretamente no sistema gastrointestinal.

Sua fórmula conta com a substância simeticona, que diminui a tensão superficial dos líquidos que realizam a digestão, ocasionando o rompimento das bolhas de gases existentes evitando a formação de outras bolhas. São essas bolhas que fazem compressão ou dilatação das alças intestinais, provocando a dor das cólicas.

De olho no prato

Portanto, para evitar as cólicas no bebê, é importante que a mãe evite alguns alimentos enquanto estiver amamentando:

Médico consultado: Marcus Renato de Carvalho - CRM 52396770 - RJ

LUFTAL® (simeticona) M.S. 1.7390.0009. Indicado para pacientes com excesso de gases no aparelho digestivo. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. MAIO, 2018

*IQVIA, NPS, Mercado de Antiflatulentos, em volume de prescrição e por especialidade médica (pediatria), MAT Mar'18