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Câncer de ovário: por que conhecer os fatores de risco ajuda no diagnóstico precoce

A maior parte dos casos é diagnosticada tardiamente, quando há maior incidência de metástases [1]

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O câncer de ovário é o segundo tipo de câncer ginecológico mais comum - atrás apenas do câncer de colo do útero, e pode acontecer em qualquer faixa etária, porém, é mais comum depois dos 50 anos. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estimam-se cerca de 6 mil novos casos por ano, e o principal desafio nessa doença é que a maior parte deles é diagnosticada tardiamente.1,2

Silenciosos, os sintomas do câncer de ovário muitas vezes são notados apenas quando o estágio da doença já é avançado, o que dificulta o tratamento e diminui as chances de cura.2 Por isso é muito importante que as mulheres conheçam os seus fatores de risco e estejam atentas a realizar exames periódicos, com acompanhamento médico, para identificar qualquer alteração precocemente e iniciar o tratamento o quanto antes.1

Quando é diagnosticado tardiamente, momento em que comumente os sintomas começam a aparecer, frequentemente a doença já está avançada e a mulher pode até já ter um quadro de metástase, termo para quando acontece a disseminação da doença em outras partes do corpo, como a pelve, o abdômen ou outros órgãos.1

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Quem está em risco?

Mas, afinal, o que faz aumentar o risco de desenvolver câncer de ovário?

Idade: sabe-se que a idade é um dos fatores principais envolvidos no desenvolvimento desse tipo de câncer e quanto maior a idade, maior é o risco;1

Fatores hormonais: mulheres com infertilidade têm maior probabilidade de desenvolver a doença. Além disso, aquelas que nunca tiveram filhos também parecem estar em maior risco. Por outro lado, mulheres que tomam anticoncepcionais orais e que tiveram vários filhos parecem estar mais protegidas contra esse tipo de câncer;1

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Histórico familiar e mutações genéticas: quem tem familiares com câncer de ovário tem maior risco de desenvolver a doença. Além disso, as mutações genéticas, mais comumente nos genes BRCA1 e BRCA2, estão ligadas a um risco elevado de câncer de ovário e de mama, além do câncer de próstata e de pâncreas.1 É por isso que, para quem tem câncer de ovário, existe a recomendação de fazer um teste genético para estudar se a causa pode ter sido uma mutação hereditária.3

Menarca precoce: mulheres que tiveram a primeira menstruação antes dos 12 anos estão em maior risco;1

Menopausa tardia: aquelas mulheres em que a menopausa só é estabelecida depois dos 52 anos, ou seja, tardiamente, estão mais propensas a desenvolver câncer de ovário;1,2

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Obesidade: a obesidade, assim como para diversos outros tipos de câncer, também é um fator de risco que não deve ser negligenciado;1

Tabagismo: a mulher que fuma está em maior risco de desenvolver diversos tipos de câncer, e o de ovário não foge à regra.4

Como prevenir?

Um bom estilo de vida e manutenção do peso são fundamentais para a prevenção da maioria dos tipos de câncer, inclusive o de ovário.4 No entanto, é importante que a mulher que tem risco aumentado de desenvolver câncer de ovário consulte um médico regularmente, principalmente a partir dos 50 anos.1

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É imprescindível que ela esteja atenta aos sintomas e ao seu histórico familiar de câncer, especialmente nos casos de câncer de ovário, de mama, de próstata e pâncreas, para poder relatar ao médico durante as consultas. Segundo dados do INCA, cerca de 5 a 10% dos cânceres ginecológicos podem ser hereditários. Diante disso, é importante pesquisar na família casos de câncer e tumores em parentes de primeiro e segundo graus.5

A síndrome de cânceres de mama e ovário hereditários está relacionada às mutações patogênicas nos genes BRCA1 e BRCA2 já mencionadas. Essas mutações, quando presentes, conferem um risco cumulativo de 80 a 85% de desenvolver câncer de mama durante toda a vida e até 50% de risco de câncer de ovário.5

Portanto, quando se fala em câncer de ovário, é comum que os médicos encaminhem as mulheres para um aconselhamento genético e peçam testes genéticos.5 Saber se há uma herança genética envolvida na doença é útil em diversos sentidos:4

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Vale lembrar que os exames preventivos que fazem parte da rotina ginecológica da mulher, como o papanicolau, não detectam câncer de ovário.1 Esse, especificamente, é direcionado para a prevenção e detecção de câncer de colo do útero.1

E os sintomas?

É esse o maior problema quando se trata da doença: o câncer de ovário, inicialmente, não provoca sintomas. Quando o tumor vai crescendo, alguns sinais de alerta não específicos do câncer de ovário aparecem: dor ou pressão no abdômen, ou eventualmente inchaço na pelve, além de incômodo nas costas ou até mesmo nas pernas.1 Outros sintomas podem aparecer, como enjoos, perda de apetite, prisão de ventre, excesso de gases, diarreia ou uma fadiga inexplicável e constante.1

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Caso esses sintomas sejam persistentes e não aliviem após tratamento específico, a mulher deve procurar atendimento médico especializado.

Como diagnosticar precocemente?

Quem está em maior risco de desenvolver câncer de ovário precisa passar por exames clínicos, laboratoriais ou até mesmo radiológicos periodicamente, já que são eles que podem detectar o câncer de forma precoce. Quem apresenta algum sintoma inespecífico também precisa ser avaliado regularmente por um médico.1

Nos casos em que se conhece o histórico familiar e existe mutação nos genes BRCA, existem condutas específicas até para prevenção do câncer de ovário, que serão discutidas com o médico através de aconselhamento genético.5

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Como é feito o tratamento

Assim como a maior parte dos tipos de câncer, o de ovário é tratado com quimioterapia e cirurgia, cabe aos médicos decidir o melhor caminho, pois o tratamento depende de algumas variáveis: tipo de tumor, se existe mutação no BRCA, estágio do câncer, idade da mulher ou até mesmo condições clínicas dela.1

Lembre-se sempre de conversar com seu médico e seguir um bom estilo de vida, já que esse é um dos passos simples para a prevenção de diversos tipos de câncer, inclusive o de ovário.1

Referências

1. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Câncer de Ovário. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Disponível em: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-ovario. Acesso em 5 de maio de 2021.

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2. Doubeni CA, Doubeni AR, Myers AE. Diagnosis and Management of Ovarian Cancer. American Family Physician. Am Fam Physician. 2016;93(11):937-44.

3. Daly MB, Pal T, Berry MP et al. Genetic/Familial High-Risk Assessment: Breast, Ovarian, and Pancreatic. J Natl Compr Canc Netw. 2021;19(1):77-102.

4. American Cancer Society. Ovarian Cancer. American Cancer Society. Disponível em: https://www.cancer.org/cancer/ovarian-cancer.html Acesso em 5 de maio de 2021.

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5. Ferraz VEF, Cury NM. Como o ginecologista pode orientar mulheres com antecedentes familiares de câncer -. Rev Bras Ginecol Obstet. 2014;36(8):335-9.

Material destinado ao público leigo.

Este material informativo não substitui a conversa com um médico, pois apenas esse profissional poderá orientá-lo(a) sobre a prevenção de doenças e o uso adequado de medicamentos. Não tome nenhum medicamento sem ter recebido orientação médica.

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