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Nas mulheres, medicamento contra o fumo é mais eficaz se aliado ao controle de peso

Terapia comportamental mostrou-se fundamental para o sucesso do tratamento

A preocupação em ganhar peso é um dos principais motivos que impedem as pessoas de largarem o vício do cigarro. Mas, nas mulheres, essa questão parece ser ainda mais acentuada.

Tanto é que um estudo recente da Universidade de Pittsburgh Medical Center, nos Estados Unidos, sugere que o medicamento antitabagista Zyban é mais eficaz em mulheres, quando usado em conjunto com sessões de terapia que objetivavam ensiná-las a controlar o peso.

Durante um período de seis meses, os pesquisadores avaliaram 349 mulheres, que foram divididas em quatro grupos:

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1. Mulheres que faziam uso do medicamento Zyban e tinham aconselhamento de controle de peso

2. Mulheres que faziam uso do Zyban e recebiam a assistência padrão

3. Mulheres que faziam uso de placebo e recebiam aconselhamento de controle de peso

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4. Mulheres que faziam uso de placebo e recebiam assistência padrão

Os resultados do estudo, publicado na revista Archives of Internal Medicine mostrou que, de uma forma geral, 31,8% das mulheres se abstiveram de fumar depois de três meses, 21,8% após seis meses e 16,3% após um ano. Entre o grupo que recebeu o Zyban e mais o aconselhamento de peso, mais de 40% das mulheres se abstiveram de fumar por um longo tempo, em comparação a 18,4% das mulheres que tomaram placebo e receberam o aconselhamento.

Em seis meses, 34% das mulheres do grupo 1, se mantiveram completamente livre do vício, enquanto no grupo 3, essa taxa foi de apenas 11,5%. E, no período de um ano, 23% das pacientes que se trataram com Zydan permaneceram livres do fumo, em comparação a 8,1% das pacientes que fizeram uso de placebo.

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Através desses dados, os cientistas concluíram que o tratamento mais próximo do ideal é o uso do medicamento específico para a cessão do fumo combinado com sessões de terapia comportamental focada no controle de peso. Com o tratamento feito dessa forma, a recaída acontecia em média, após 266 dias, período muito mais longo do que o de pessoas submetidas a tratamentos comuns, que é, em média, 46 dias.

O programa de terapia comportamental voltado para o controle de peso mostrou-se fundamental para o sucesso do tratamento. Essa terapia era em grupo e feita em sessões de 90 minutos, durante um período de três meses.

O estudo foi feito com mulheres pelo fato de serem elas que mais freqüentaram todas as sessões, comparadas aos homens. O processo de fumar faz com que o corpo queime calorias mais rápido, por isso, quando a pessoa para, o metabolismo fica mais lento.

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O ganho de peso é uma preocupação significativa para as mulheres que querem largar o vício e é frequentemente citado como a maior razão para não se largar o vício. Por isso, o tratamento torna-se mais eficiente de acordo com o controle de peso.