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Dirigir pode ajudar a prevenir declínio cognitivo em idosos

Diversos estudos também indicam que parar de dirigir teria o efeito oposto

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Dirigir um carro é uma das tarefas cognitivas mais complexas que podemos fazer diariamente. O processo de direção requer uma variedade de habilidades cognitivas, desde as utilizadas para executar os movimentos de controle do veículo, até o processamento de informação visual e memória. Conforme envelhecemos, estas funções cognitivas tendem a declinar, fazendo com que dirigir se torne uma atividade mais difícil e perigosa com o passar do tempo.

Entretanto, uma série de pesquisas recentes - publicadas no jornal da Associação para a Ciência Psicológica - sugere que as demandas cognitivas de dirigir podem, na verdade, ajudar a reduzir o declínio cognitivo causado pelo envelhecimento. Além disso, dirigir ou ter facilidade de mobilidade pode ter um papel em manter idosos saudáveis, ativos e socialmente engajados.

Efeito contrário

Pessoas que não são capazes de dirigir de forma segura não devem pegar as chaves de um veículo, mas diversos estudos têm demonstrado que parar de dirigir é associado com diminuição da saúde emocional e física dos idosos.

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Um estudo epidemiológico recente conduzido por pesquisadores da Universidade de Kentucky concluiu que dirigir pode ser positivamente ligado à manutenção das atividades cognitivas. Segundo eles, parar de dirigir pode ser também um fator de risco para acelerar a perda cognitiva que acontece com o tempo. Com isso, o estudo sugere que a relação entre parar de dirigir e funcionamento cognitivo deve ser bidirecional.

Como foi realizado

Os estudiosos analisaram cerca de 9 mil idosos durante o período de dez anos (de 1998 até 2008). Em cada parte do estudo os participantes completaram uma bateria de testes cognitivos pelo telefone, que incluía a mensuração da memória, velocidade de processamento mental, conhecimentos e linguagem. Eles também eram questionados se eram motoristas ativos, se pararam de dirigir ou se nunca haviam conduzido um carro.

Com isso eles descobriram que os participantes que pararam de dirigir mostraram uma aceleração do declínio cognitivo nos dez anos subsequentes comparados aos motoristas ativos - depois de ter uma base de controle do funcionamento cognitivo e condição de saúde de cada um.

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