PUBLICIDADE

Sono e sexo são mais importantes para a felicidade do que dinheiro

Novo estudo descobriu que ganhar mais dinheiro tem muito pouco efeito sobre a felicidade absoluta

Muitas pessoas passam a vida toda tentando encontrar o verdadeiro segredo da felicidade plena. Será que ela está ligada ao dinheiro, amor, saúde ou a família? Acha uma definição absoluta para felicidade é praticamente impossível. Um novo estudo parece ter descoberto as coisas mais importantes em termos de felicidade, e o dinheiro nem atingiu os cinco melhores.

A pesquisa conduzida por pesquisadores da Oxford Economics em parceria com o Centro Nacional de Pesquisas Sociais na Grã-Bretanha entrevistou 8.250 pessoas de diferentes origens, através de 60 perguntas, que tinha como objetivo determinar o que significa "viver bem".

As questões abordaram desde qualidade de sono, finanças e segurança no emprego de um indivíduo, até sobre seus relacionamentos com amigos, familiares e sua comunidade.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

O resultado foi a criação do Índice Living Well de Sainsbury, que gerou uma lista dos principais fatores associados a felicidade. De acordo com as análises, os cinco motivos mais relevantes foram: qualidade do sono, vida sexual, segurança no emprego, saúde de parentes próximos e bom relacionamento com vizinhos.

Por meio da pesquisa, os especialistas indicaram que pontuação média na escala Living Well, que avalia o bem-estar, foi de 62,2 pontos. As pessoas que ficaram acima da média na escala (entre 72 e 92) foram mais propensas a ficar satisfeitas com suas vidas sexuais e dormir do que uma pessoa com uma avaliação média.

Os pesquisadores revelaram que os participantes que dormiam bem e tinham vida sexual satisfatória (isso não significa fazer sexo com frequência) tiveram maiores pontuações de "viver bem" do que aquelas pessoas com uma alta renda.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Além disso, o estudo descobriu que a renda teve muito pouco impacto na percepção de bem-estar de uma pessoa. Na verdade, um aumento de 50% na renda levou a acréscimo muito pequeno na felicidade de uma pessoa.

Embora muitos acreditem que ter um casa própria seja um dos primeiros passos para ser feliz, a pesquisa não identificou diferenças entre os níveis de felicidade de pessoas que moravam em imóveis alugados ou próprios. Outro aspecto observado foram as redes sociais, para os pesquisadores a quantidade de seguidores também não afeta a felicidade.

Uma descoberta muito surpreendente é que as pessoas mais velhas tendem a ser mais felizes do que as pessoas mais jovens, e os países demográficos mais felizes eram os que tinham mais crianças pequenas. O grupo mais triste eram as pessoas sem filhos em seus 30 e 40 anos, que tendiam a ter menor satisfação com suas vidas sexuais e redes de apoio mais fracas.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)