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Adolescentes e jovens adultos se sentem mais solitários que idosos

Impactos da solidão podem até mesmo aumentar as chances de morte prematura

Muitas pessoas podem acreditar que os idosos são os maiores alvos da solidão. Isto porque, comumente, essa parcela da população é impactada com a morte de seus parceiros, sofrem com o abandono e também tendem a sair menos de casa por conta da saúde fragilizada. Porém, segundo um estudo publicado pelo Business Insider, o público que mais sofre com a solidão são os adolescentes e jovens adultos.

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A solidão pode ser sentida por pessoas que estão rodeadas de amigos, e até mesmo casadas. Isto porque muitas vezes, indivíduos jovens podem se sentir deslocados dentro de seus círculos sociais, não se identificando com os colegas a sua volta. O mesmo serve para o casamento: Muitas vezes, a qualidade do relacionamento faz com que nos sintamos sozinhos mesmo estando com alguém.

A solidão faz mal para a saúde

Independente de quem sinta a solidão, ela traz malefícios para o corpo e mente. Por exemplo, um estudo publicado pelo periódico PubMed Central, mostra que sentir-se solitário pode aumentar os níveis de hormônios causadores do estresse, que estão relacionados ao surgimento de doenças cardíacas, diabetes e demência. Um outro estudo publicado pela Associação Americana de Psicologia, revelou que a solidão aumenta os riscos de morte prematura em até 50%.

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Por mais que os idosos não sejam as principais vítimas da solidão, é necessário atentar-se a saúde deles. Indivíduos maiores de 65 anos apresentam maiores riscos de desenvolver problemas de saúde, e podem ter o bem estar ainda mais fragilizado caso sintam-se frequentemente solitários.

Solidão na fase adulta

Segundo um estudo feito pela Universidade de Chicago, apenas 30% dos adultos sentem-se solitários frequentemente. "Adultos e idosos não devem ser o único foco quando estudamos os efeitos da solidão e do isolamento social. Precisamos buscar os efeitos da solidão em todas as idades, até porque, nossas pesquisas indicam que o público jovem sofre mais do que se pensava com os efeitos da solidão", diz Holt-Lunstad, uma das autoras do estudo, em entrevista ao The New York Times.

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"É necessário que reconheçamos que socializar-se com outros é uma necessidade humana básica. Não podemos excluir os riscos existentes em ser uma pessoa socialmente isolada, mesmo que esta pessoa não se sinta solitária?, acrescenta Holt.

Estar sozinho x estar solitário

Estar sozinho e estar solitário são duas coisas diferentes. Por mais que pessoas idosas possam estar sozinhas a maior parte do tempo, isto não significa que elas estão infelizes em relação a isso. É preciso autoconhecimento e autoestima para entender a importância de aproveitar a própria companhia, e por conta da idade, os idosos tendem a ter mais experiência e resiliência frente a este assunto.