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    Impedir que haja um acompanhante configura violência obstétrica?

    Especialista consultado Dra. Hemmerson Henrique Magioni Ginecologia e Obstetrícia CRM 34455/MG

    Respondido em 29 de maio de 2019

    Durante muito tempo, qualquer paciente que entrasse para um procedimento cirúrgico deveria ser acompanhado apenas de sua equipe médica e de enfermagem. Já o nascimento sempre foi um evento social e familiar. As mulheres se cercavam de pessoas com as quais ela tinha vínculos de confiança e afeto.  Com a vinda do parto para o ambiente hospitalar, ele acabou entrando na lógica cirúrgica e as família foram retiradas de cena. 

    Uma ótica moderna deve resgatar o nascimento como evento familiar e afetivo. A presença do marido ou de um acompanhante de livre escolha da mulher transmite mais segurança à mãe e melhora a sua percepção quanto à experiência vivida. Hoje, no Brasil, existem algumas leis municipais que garantem a presença de um acompanhante de livre escolha. Eu, pessoalmente, acho um absurdo precisar de uma lei para permitir que o marido esteja ao lado da mulher na hora do nascimento de um filho. Ao meu ver, configura crime impedir a presença de um acompanhante onde existe a lei que permite a sua presença. Já onde não existe a lei, acho simplesmente um falta de delicadeza humana impedir a sua presença.

     

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