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Complicações do diabetes: quais são, sintomas e prevenção

Visão Geral

O que é Complicações do diabetes?

As complicações do diabetes (CID 10 - E10) são muitas, caracterizando consequências que a doença pode trazer para o paciente ao longo dos anos. Quanto menos controlada está a taxa glicêmica (açúcar no sangue), maiores e mais graves serão as complicações.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) as complicações do diabetes são divididas em dois grandes grupos, micro e macro vasculares.

As complicações microvasculares são àquelas que causam danos aos pequenos vasos sanguíneos, como as que acometem os olhos, rins e nervos.

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Já as macrovasculares incluem as doenças cardíacas e o fluxo insuficiente de sangue para as extremidades do corpo, principalmente pernas.

Tipos

Complicações microvasculares

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A retinopatia diabética pode acontecer em ambos os tipos de diabetes (um e dois) e normalmente é causada pela elevação permanente da taxa glicêmica.

Por causa desta complicação, todos os pacientes com o tipo 2 da doença e também àqueles com o tipo 1 que convivem com o sintoma por mais de cinco anos, devem fazer o exame de fundo de olho (fundoscopia) todos os anos.

O objetivo é identificar possíveis alterações nos vasos da retina o quanto antes. Essa é uma das causas do glaucoma e da catarata.

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O pré-diabetes pode se desenvolver para o diabetes tipo dois.

A nefropatia diabética é a principal causa de insuficiência renal crônica e hemodiálise no Brasil, e está associada à lesões nos pequenos vasos sanguíneos em recorrência da elevação crônica dos níveis de glicose no sangue.

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Ela é diagnosticada pelos níveis de proteína presentes na urina do paciente, e, portanto, é recomendado que se faça o teste uma vez por ano. Nas fases iniciais, ela pode ser diagnosticada pelo aumento dos níveis de albumina na urina.

A neuropatia diabética é uma complicação frequente que se manifesta de diversas formas, dependendo da fibra nervosa que foi afetada.

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Normalmente os sintomas são redução da sensibilidade ou sensação de formigamento em mãos e pés.

Com essa falta de sensibilidade uma lesão nessa região pode passar desapercebida, gerando uma infecção que é complicada por outros fatores comuns, como circulação comprometida e um sistema imune enfraquecido.

Complicações macrovasculares

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A aterosclerose é uma condição em que ocorre o acúmulo de placas de gordura e outras substâncias nas paredes das artérias.

Assim, restringe o fluxo sanguíneo e pode levar a graves complicações de saúde, inclusive, à grande maioria das complicações macrovasculares do diabetes.

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A doença arterial periférica é uma condição que estreita e endurece os vasos sanguíneos das pernas e pés, levando à redução do fluxo sanguíneo e possíveis lesões nos nervos e outros tecidos do corpo.

A doença carotídea é a obstrução das artérias carótidas que pode ocasionar a interrupção do fluxo de sangue para o cérebro, ocasionando um acidente vascular encefálico (isquemia cerebral).

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Normalmente se manifesta através de episódios de angina ou infarto agudo do miocárdio.

É a principal causa de morte em pacientes diabéticos, pois o infarto pode acontecer sem a conhecida dor no peito (neuropatia). Por esta razão é importante que os pacientes sejam avaliados regularmente por endocrinologista e cardiologista e que realizem os exames solicitados.

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Outras complicações do diabetes

Pacientes com diabetes também ficam mais suscetíveis a uma infinidade de doenças, que podem ser agravadas por esta condição, incluindo infecções de pele.

No caso do diabetes gestacional, quando não controlado, mãe e bebê podem ter diversas complicações como desenvolver diabetes tipo 2, crescimento exagerado do bebê na placenta, hipoglicemia durante a gestação, pré-eclâmpsia e até a morte.

Já o pré-diabetes pode se desenvolver para o diabetes tipo 2.

Fatores de risco

A maior parte das complicações do diabetes acontecem quando não se tem um controle da taxa glicêmica do paciente, associada ao uso tabagismo, sedentarismo, dieta deficiente, não realização de exames dentro dos prazos estabelecidos pelos médicos e falta de atenção e tratamento com sintomas concomitantes.

Diagnóstico e Exames

Buscando ajuda médica

O paciente com diabetes deve sempre estar em contato com o seu endocrinologista e comparecer às consultas periódicas para verificar o andamento e controle da doença.

Ao aparecimento de outros sintomas, como dores, desconfortos, formigamentos, dificuldade para enxergar, náuseas, entre outros, ele deve comunicar imediatamente o endocrinologista.

O endocrinologista, então, pode indicar que o paciente vá a uma consulta com o especialista mais recomendado de acordo com o caso.

Na consulta médica

Quando for à consulta com o endocrinologista é importante levar uma lista com todos os sintomas que está sentindo e há quanto tempo eles apareceram.

Também anote a intensidade de cada um para expor ao médico, mesmo que eles não pareçam relacionados ao diabetes ou à nenhuma das complicações que tenha conhecimento.

Prevenção

Prevenção

O paciente com diabetes deve sempre ter um bom controle glicêmico, procurando deixar as taxas próximas ao normal, ou seja entre 80 e 120 mg/dL antes das refeições e entre 100 e 140 mg/dL na hora de dormir. Além disso, a prática regular de exercícios, alimentação equilibrada e regrada, e o controle de outros fatores de risco, como a hipertensão e altos níveis de colesterol.

Referências

Organização Mundial da Saúde (OMS)

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional do Rio de Janeiro

Associação Americana do Diabetes

Mayo Clinic