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Como ajudar vítimas de violência doméstica em meio à pandemia?

Saber agir e orientar mulheres vítimas de violência doméstica é fundamental para ajudar a parar esse abuso

Para algumas mulheres, o isolamento social em decorrência do novo coronavírus é sinônimo de estar junto ao seu agressor por mais tempo, sendo que um dado que confirma esse problema é o crescimento de 17% dos casos de violência doméstica nesse período. É, portanto, imperativo trazer esse assunto à tona, e é por isso que a Avon - em parceria com outras marcas do setor de beleza - lançou a campanha #IsoladasSimSozinhasNão.

A campanha faz parte de um movimento que visa criar uma rede de apoio entre as mulheres, sejam elas vizinhas, familiares ou amigas. Com isso, o intuito é estimular a aproximação entre elas, para que umas cuidem das outras e que saibam que, mesmo distantes, é possível cuidar, proteger e apoiar.

Por isso, que tal se juntar a nós? Veja abaixo dicas sobre como ajudar uma vítima de violência doméstica e faça a sua parte:

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1 - Ofereça ajuda e disponibilize seu contato

É importante oferecer ajuda quando souber que uma mulher está sofrendo violência doméstica. No entanto, seja sutil: muitas vítimas de violência doméstica sequer conseguem privacidade para ler ou mandar uma mensagem no celular. É por isso que, muitas vezes, é preciso usar truques para conseguir oferecer essa ajuda, como enviar um recado sobre algum assunto diverso e, no meio dele, deixar a mensagem de que, se ela estiver sofrendo abusos, pode responder com uma frase específica e que a partir desse sinal você fará a denúncia por ela, por exemplo.

2 - Oriente sobre as formas de denunciar

Ao surgir oportunidade, oriente a mulher que sofre com violência doméstica sobre os canais de denúncia. O governo, por exemplo, disponibiliza o número 180 - a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, serviço gratuito, confidencial e que preserva o anonimato da mulher. Além disso, há também a opção de buscar a Defensoria Pública, que oferece respaldo jurídico para mulheres em situação de vulnerabilidade.

Vale sempre lembrar que é possível registrar boletim de ocorrência pela internet, sem necessidade de ligações ou de ir presencialmente à delegacia.

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3 - Estabeleça um código

Se você já sabe previamente que o parceiro(a) daquela determinada mulher tem histórico de agredi-la, procure conversar com a vítima e definir um código de emergência que ela possa te enviar caso a situação se complique durante esse período de isolamento social. Com isso, você pode ficar responsável por ligar para o 180 e informar que a mulher está sofrendo agressões caso ela não consiga tomar essa atitude por impedimento do parceiro(a).

4 - Chame a polícia se ouvir as agressões

Em briga de marido e mulher - se esta for física - se mete a colher, sim! Se ouvir sinais de que uma mulher está sendo agredida, não hesite: ligue imediatamente para a polícia e informe de onde está vindo o barulho e relate a gravidade e urgência da situação, pois ela exige uma intervenção imediata.

5 - Mora em um prédio? Coloque avisos no elevador

Muitas vezes, a mulher que sofre violência doméstica sequer sabe dos seus direitos e como pedir ajuda em situações de emergência. Por isso, durante a quarentena, procure espalhar cartazes com informações sobre para quem ela pode ligar nessas situações ameaçadoras. Às vezes o simples fato de se identificar com a situação e ver que pode haver uma saída já encoraja a mulher a denunciar o seu agressor.

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Para quem mora em casas, essa atitude vale colocando o aviso nos portões ou nos postes, por exemplo. O que importa é que a mulher precisa saber que pode contar com alguém para sair dessa situação. Lembre-se do lema: #IsoladasSimSozinhasNão.

6 - Notou algum sinal de violência? Ofereça um ombro amigo

Nem sempre é fácil para as mulheres contar que sofreram violência doméstica. Aliás, ter essa abertura com outras pessoas pode ser uma dificuldade grande para quem sofre esse tipo de abuso. Por isso, ao encontrar com alguma pessoa que apresente sinais de que sofre violência, comente - mesmo de forma indireta - que há canais de denúncia e o que é possível fazer para se livrar da convivência com o agressor. Além disso, se ofereça como um contato para que a pessoa possa sentir segurança em contar com você.