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Perder o emprego eleva risco de infarto, indica estudo

Desemprego pode aumentar risco tanto quanto tabagismo

Ficar desempregado uma ou várias vezes aumenta o risco de uma pessoa sofrer um infarto, afirma uma nova pesquisa da Universidade de Duke, na Carolina do Norte (EUA). Os resultados foram publicados na edição de Novembro da revista Archives of Internal Medicine.

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Os autores acompanharam 13.451 pessoas com idades entre 51 a 75 anos, de 1992 a 2010. Durante esse período, 1.061 indivíduos tiveram um ataque cardíaco. De acordo com os resultados, em comparação com pessoas que nunca haviam perdido seus empregos, aquelas que estavam desempregadas apresentaram um risco 35% maior de ter um ataque no período do estudo. O estudo também descobriu que já ter perdido o emprego alguma vez na vida eleva essa chance em 22% e ter perdido o emprego quatro vezes aumenta a probabilidade em 63%.

Segundo os cientistas, essa probabilidade é equivalente a outros fatores de risco para infarto, como tabagismo, hipertensão e ter diabetes tipo 2. Os pesquisadores ainda indicaram que o risco de ataque cardíaco é especialmente maior até 12 meses após perder o emprego.

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Adote medidas para proteger o coração e prevenir o infarto

O Ministério da Saúde estima que 31,5% dos óbitos no Brasil são provocados por doenças cardiovasculares, como AVC e infarto. Por isso, manter hábitos saudáveis é fundamental para blindar o coração:

Combata o estresse

Com a ansiedade, a presença dos radicais livres no organismo aumenta, podendo gerar o agravamento de problemas cardíacos. Isso porque eles interagem com o colesterol em excesso no organismo, formando placas nas paredes dos vasos sanguíneos, além de piorar certas doenças inflamatórias e causar envelhecimento.

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Sono reparador

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), Artur Beltrame Ribeiro, quem sofre de apneia do sono apresenta mais variabilidade da pressão e o aumento está ligado à lesão dos órgãos-alvo, como coração, cérebro e rins. Com a qualidade do sono prejudicado, crescem os ricos de acidentes, por conta da sonolência, e de ataques cardíacos em função do estresse.

Ouça a música do coração

Ouvir por 30 minutos suas músicas preferidas acarreta na dilatação dos vasos sanguíneos. Dessa forma, o sangue flui mais facilmente, reduzindo as chances de formação de coágulos que causam infartos e derrames.

Maneire no sal

Pesquisas científicas já comprovaram a relação direta entre o consumo de sódio e a hipertensão arterial. De acordo com a nutricionista Eliane Cristina de Almeida, da Unifesp, o maior perigo do sódio é que ele está escondido nos alimentos. "Alimentos como fast-food, comida congelada, salgadinhos, biscoitos, refrigerantes, cereal matinal, embutidos, chocolate, carne bovina, leite e derivados contém boa quantidade de sódio que não costumamos perceber", diz a especialista.

Use fio dental

Uma adequada higiene dental pode reduzir o risco de aterosclerose, derrame e doenças no coração, independentemente de outras medidas, como o controle do colesterol.

Dieta mediterrânea

"Os principais participantes dos pratos são as gorduras protetoras, que agem contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares", diz a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella. Elas aumentam o nível de colesterol bom (HDL) e diminuem as taxas do colesterol ruim (LDL) do sangue, além de evitar a obstrução das artérias. Dentre as principais características dessa dieta estão o baixo consumo de carne vermelha, a ingestão de frutas, cereais e nozes, o alto consumo de peixes, o consumo moderado de vinho e o azeite de oliva como fonte de gordura saudável.

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