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Gripe H1N1: sintomas, vacina, diagnóstico e tratamentos

Visão Geral

O que é Gripe H1N1?

Atualizado em 14/10/2020

A gripe H1N1 (CID 10 - J11) é uma doença causada pela mutação do vírus da gripe (Influenza) e é popularmente conhecida como gripe suína e integra o grupo de vírus influzenza tipo A. Os sintomas da doença e transmissão são bem parecidos com os da gripe comum, porém as complicações podem ser mais graves.

Vacina da gripe H1N1

Uma das melhores maneiras de evitar o contágio da doença é por meio da vacinação. A vacina da gripe H1N1 está disponível na rede pública para gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, profissionais de saúde, mulheres que tiveram filhos a menos de 45 dias, crianças de 6 meses a 4 anos de idade, pessoas com doenças crônicas e indígenas.

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Previna gripes e resfriados

As vacinas são do tipo trivalentes, ou seja, imuniza o paciente contra três tipos de vírus diferentes.

Casos da gripe H1N1 no Brasil em 2019

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2019 foram registrados 3.430 casos de infecção pela influenza a no Brasil, com 796 óbitos - mostrando um aumento do impacto da doença no país.

A composição é recomendada anualmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), com base nas informações recebidas de todo o mundo sobre a prevalência das cepas circulantes. Dessa forma, a vacina da gripe H1N1 muda a cada ano, para proteger contra os tipos mais comuns de vírus naquela época.

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Além da vacinação, desse modo, a prevenção da gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:

Diferenças entre H1N1, H2N3 e H3N2

Não há grandes diferenças entre os vírus H1N1, H2N3 e H3N2 no que diz respeito às doenças que cada um causa, na maneira de se prevenir e no tratamento. A distinção entre os três subtipos de Influenza está nas proteínas específicas que cada um tem em sua superfície.

O problema da H1N1, no entanto, é que ela pode levar o paciente à morte devido ao agravamento dos sintomas, quando comparado aos quadros de outros tipos de gripe. Portanto, ela pode ser considerada como um tipo mais agressivo se não tratada adequadamente.

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Sintomas

Sintomas de Gripe H1N1

Os sintomas da gripe H1N1 são muito parecidos com os da gripe comum. A diferença é que a gripe suína apresenta mais alterações gastrointestinais. Os sinais mais comuns são:

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Sintomas incomuns

Sintomas menos incomuns da gripe H1N1, mas que podem se manifestar em pacientes com a doença são:

Visão Geral

Causas

O que causa a gripe H1N1?

O H1N1 foi identificado pela primeira vez em porcos, mas mutações do vírus se tornaram uma ameaça aos seres humanos. Como todo vírus considerado novo, para o qual não costumam existir métodos preventivos, o agente da gripe H1N1 se espalhou rapidamente pelo mundo.

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A transmissão ocorre da mesma forma que a gripe comum, ou seja, por meio de secreções respiratórias passadas de uma pessoa para outra, como gotículas de saliva, tosse ou espirro, principalmente. Além disso, é possível pegar a gripe por contato com superfícies contaminadas com gotículas respiratórias (o que pode incluir qualquer objeto).

Segundo a OMS e o Center for Diseases Control (CDC), o centro de controle de doenças nos Estados Unidos, não há risco do H1N1 ser transmitido pela carne de carne de porco porque o vírus é eliminado durante o cozimento.

Pandemia

De acordo com a OMS, 207 países notificaram casos confirmados de gripe H1N1 entre 2009 e 2010. Durante este período, foram quase 9 mil mortos pela gripe suína.

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O surto começou no México, onde uma doença respiratória se alastrou pela população, chegando rapidamente aos Estados Unidos, Canadá e, depois, para o restante do mundo – devido às viagens aéreas. Em junho de 2010, a OMS então classificou a gripe H1N1 como pandemia - algo parecido com o que acontece com a pandemia de coronavírus.

Fatores de risco

A gripe H1N1 pode afetar pessoas de todas as idades, como qualquer gripe. Porém, no período em que houve a pandemia, notou-se que o vírus infectou mais pessoas entre os 5 e os 24 anos. Nesse contexto, foram poucos os casos de gripe H1N1 relatados em pessoas acima dos 65 anos de idade.

Além disso, há alguns fatores de risco que facilitam o surgimento da doença, como:

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Quase todas as pessoas que evoluem para casos graves, necessitando de internação hospitalar, apresentam alguma doença prévia. Por outro lado, uma a cada três pessoas que morreram pela gripe não tinha nenhuma doença prévia.

Além disso, populações indígenas e com idade acima de 50 anos também tiveram casos mais graves durante a pandemia. Já indivíduos com mais de 65 anos tiveram quadro ameno, atribuído ao contato prévio com vírus semelhante na década de 1950.

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Convivendo (prognóstico)

Complicações possíveis

As complicações decorrentes da gripe H1N1 são mais comuns nos extremos de idade e gestantes. As principais são:

A insuficiência respiratória é um sintoma presente em metade dos casos da gripe H1N1. Em quadros mais graves, ela pode levar o paciente à morte.

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Gripe H1N1 tem cura?

O tratamento da gripe H1N1 pode alcançar a cura. Quando o paciente procura um pronto-socorro ao sinal dos primeiros sintomas e segue o tratamento indicado pelo médico, ele tem uma completa resolução do quadro.

Contudo, em alguns casos, a gripe H1N1 pode levar a óbito - tudo depende da gravidade do quadro.

Prevenção

Prevenção

Além do cuidado com a transmissão pelas gotículas, a vacinação contra a H1N1 também é outra estratégia válida para controlar o vírus.

Desse modo, a prevenção da gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:

Transmissão de H1N1

A transmissão do vírus ocorre de uma pessoa para outra, por partículas que saem da boca através de espirro, tosse ou fala. Além disso, é possível pegar a gripe por contato com superfícies contaminadas com gotículas respiratórias (o que pode incluir qualquer objeto).

Vacina da gripe H1N1

Uma das melhores maneiras de evitar o contágio da doença é por meio da vacinação. A vacina da gripe H1N1 está disponível na rede pública para gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, profissionais de saúde, mulheres que tiveram filhos a menos de 45 dias, crianças de 6 meses a 4 anos de idade, pessoas com doenças crônicas e indígenas.

Previna gripes e resfriados

As vacinas são do tipo trivalentes, ou seja, que imuniza o paciente contra três tipos de vírus diferentes. A composição é recomendada anualmente pela OMS, com base nas informações recebidas de todo o mundo sobre a prevalência das cepas circulantes. Dessa forma, a cada ano, a vacina da gripe muda, para proteger contra os tipos mais comuns de vírus naquela época.

Diagnóstico e Exames

Diagnóstico de Gripe H1N1

Como detectar a H1N1

A suspeita de gripe H1N1 ocorre em pessoas com sinais e sintomas compatíveis aos de gripe comum. A partir do quadro clínico, o médico solicita um exame laboratorial para confirmar a presença do vírus no sangue. Dependendo do tempo dos sintomas, o exame pode ser positivo ou não. Um exame negativo não necessariamente exclui o diagnóstico.

Para ser o quadro ser definido como gripe, inicialmente, é necessário que o paciente apresente febre de 37,8º C ou mais, dor de garganta e/ou tosse. Se houver um teste laboratorial positivo para H1N1, está fechado o diagnóstico.

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Gripe H1N1

O principal tratamento para qualquer cepa do vírus Influenza é feito com o uso do antiviral à base de fosfato de Oseltamivir (como Tamiflu), que somente deve ser usado com prescrição médica.

As principais indicações de uso dessa medicação são para casos que evoluem com piora importante; àqueles que requerem hospitalização; e pessoas de risco, com doenças crônicas, crianças, idosos, gestantes e mulheres em puerpério. O oseltamivir faz melhor efeito quando tomado no início do quadro.

Como em toda gripe, os tratamentos são sintomáticos, com antitérmicos, analgésicos e expectorantes, que controlam os sintomas da doença, como febre e dores. Os antivirais só devem ser utilizados sob prescrição médica, para casos específicos.

Além disso, é indicado que o paciente permaneça em repouso, consuma bastante líquido, tenha uma dieta equilibrada e evite permanecer em locais com grande concentração de pessoas.

Buscando ajuda médica

É importante buscar ajuda médica se os sintomas forem muito intensos nas primeiras 48 horas, especialmente se a pessoa apresentar dispneia (falta de ar) e se os sinais persistirem por mais de sete dias.

Na consulta médica

Qualquer médico pode diagnosticar a gripe H1N1, sendo que alguns especialistas podem ter mais experiência com a doença, como:

Medicamentos para Gripe H1N1

Os medicamentos mais usados para o tratamento de gripe são:

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique.

Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

O paciente deve repousar e ficar em casa, isso ajuda na recuperação e evita transmitir o vírus aos amigos e familiares.

Referências

Marcelo Mendonça, médico infectologista do Hospital Santa Paula, CRM 59185

Renato Kfouri, médico infectologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, CRM 59492

Andréa Kasmim, médica clínica geral e pediatra, CRM-DF 21462

Ministério da Saúde

Mayo Clinic

Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Update: novel influenza A (H1N1) virus infections - worldwide, May 6, 2009. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2009; 58:453.

Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)

Manual MSD - Versão para profissionais de saúde