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Dislipidemia: o que é, sintomas, diagnóstico e tratamento

Visão Geral

O que é Dislipidemia?

Dislipidemia (CID 10 - E78) é a elevação anormal dos níveis de lipídios (gorduras) no sangue, como colesterol e triglicérides. Geralmente, a doença é assintomática, mas pode estar associada a outras condições de saúde, como alcoolismo, tabagismo, obesidade, hipotireoidismo e diabetes.

Tipos

As dislipidemias são categorizadas de acordo com a alteração dos tipos de lipídeos e suas frações (LDL, VLDL e HDL Colesterol e Triglicérides), sendo divididas em:

Dislipidemia primária: de origem genética.

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Dislipidemia secundária: causada por múltiplas situações clínicas como obesidade, hábitos alimentares inadequados, hipotireoidismo, alcoolismo, uso de alguns tipos de medicamentos e diabetes.

Classificação

Além disso, as dislipidemias podem ser classificadas como:

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Causas

As causas da dislipidemia podem ser:

Genética: o indivíduo apresenta alguma característica genética que altera o metabolismo dos lipídios no sangue, ocasionando elevação do colesterol e/ou dos triglicérides. São as chamadas dislipidemias primárias.

Hábitos de vida: a segunda causa está ligada a alguns hábitos desenvolvidos pelos indivíduos, como obesidade, sedentarismo ou mesmo situações que alteram o metabolismo dos lipídios, como Diabetes Mellitus, alcoolismo, insuficiência renal, hipotireoidismo ou uso de certos medicamentos.

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Sintomas

Sintomas de Dislipidemia

A dislipidemia sozinha não causa sintomas. Porém, em situações extremas e associada a outras condições de saúde, ela pode causar sintomas como:

Dor abdominal: com a elevação muito alta de triglicérides (valores superiores a 1000mg/dL), a dislipidemia pode causar pancreatite e causar dor abdominal.

Lesões na pele: portadores de dislipidemia podem ter lesões de pele caracterizadas por pequenos depósitos de gordura, que podem aparecer em qualquer região do corpo, mas ocorrem tipicamente ao redor dos olhos (denominados xantelasmas ou xantomas).

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Doenças cardiovasculares: com a elevação anormal do LDL colesterol, o paciente pode desenvolver a doença aterosclerótica, que pode causar vários tipos de doença cardiovascular, como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).

Diagnóstico e Exames

Diagnóstico de Dislipidemia

A coleta do lipidograma ou dosagem de colesterol total, frações e triglicérides é melhor maneira de se diagnosticar a presença de hiperlipidemia. O exame é simples e depende apenas da coleta de uma amostra sanguínea, que pode ser realizada em jejum ou não.

Cada fração dos lipídios sanguíneos (colesterol e triglicérides) tem um valor de referência e, quando o resultado der acima destes valores normais, evidencia a presença ou não de hiperlipidemia.

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Qual médico consultar

O diagnóstico e acompanhamento médico de dislipidemia pode ser feito com:

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Dislipidemia

O tratamento da dislipidemia envolve tanto medicação quanto mudança de hábitos de vida. De início, o médico pode sugerir algumas alterações no estilo de vida, com medidas que incluem:

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Medicamentos para Dislipidemia

Se as mudanças no estilo de vida não controlarem os níveis de colesterol e triglicérides, o tratamento pode envolver o uso de fármacos. Nestes casos, são comumente utilizadas as estatinas, como:

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Já os melhores medicamentos para baixar os triglicérides são os fibratos, como:

A associação que mais diminui o colesterol é a ezetimiba com as estatinas, podendo usar doses menores das estatinas para obter, assim, menos efeitos colaterais.

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Fatores de risco

Os fatores de risco que favorecem a dislipidemia dizem respeito às principais causas da doença. É muito comum a coexistência de mais de um fator de risco, associada a uma causa genética para o desenvolvimento da doença. Assim, são fatores de risco para a dislipidemia:

Convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

O acompanhamento médico deve ser feito a cada 3 meses com exames laboratoriais e controle dietético.

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Complicações possíveis

A dislipidemia pode levar ao aumento de risco cardiovascular e ao desenvolvimento de aterosclerose (obstrução das artérias por placas de gordura). Esta é a complicação mais frequente e preocupante, pois ela pode levar ao infarto do miocárdio ou ao acidente vascular cerebral (derrame ou AVC).

Entretanto, o risco de complicações está diretamente relacionado à presença de outras condições, como obesidade e tabagismo. Por exemplo, um indivíduo portador de doença arterial coronariana, obeso, tabagista e com dislipidemia, está sob um elevado risco de apresentar um evento cardíaco, como um infarto agudo do miocárdio.

Prevenção

Prevenção

Quando há quadro de dislipidemia na família, o ideal é iniciar uma investigação aprofundada o quanto antes, com acompanhamento médico, exames de sangue e um possível tratamento precoce com medicação.

No caso de não haver histórico familiar, as medidas preventivas contra a dislipidemia envolvem a adoção de hábitos de vida saudáveis, como:

Dislipidemia tem cura?

A cura da dislipidemia depende da causa. Se a causa for genética, a condição não poderá ser revertida. Porém, se a causa estiver ligada apenas a hábitos alimentares, então, modificando estes hábitos, há grande possibilidade de cura.

Referências

Roger Godinho, cardiologista intervencionista da SBHCI (Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista)

Marcelo Cantarelli, cardiologista intervencionista e diretor do grupo Angiocardio

Bruna Marisa, endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia