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Corrida previne problemas de visão

Correr dois quilômetros diários já ajuda na proteção

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Correr pode reduzir o risco de desenvolver catarata e degeneração macular relacionada à idade, diz um estudo feito pela Universidade de Berkeley (EUA). Segundo os autores do estudo, os maiores ganhos foram verificados em atletas profissionais, mas mesmo pessoas que correm distâncias menores apresentaram certo grau de prevenção.

O trabalho contou com a análise de informações de mais de 40 mil corredores durante sete anos. Foi verificado que os homens que correram cerca de 65 km semanais tiveram 35% menos chance de ter catarata do que aqueles que corriam menos de 16 km por semana.

Os pesquisadores compararam ainda os dados dos homens com melhor condição cardiorrespiratória aos dos menos preparados e viram que os atletas mais velozes apresentaram menos queixas da doença.

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A corrida também foi benéfica em distâncias menores. Outro estudo da mesma universidade, com152 homens e mulheres, indicou que aqueles que corriam entre 2 km e 3,8 km por dia estavam 19% menos suscetíveis a ter degeneração macular do que as pessoas que se exercitaram por menos de 2 km diários.

Para os pesquisadores, os resultados sugerem que a corrida pode ajudar na prevenção da catarata e da degeneração macular por evitar problemas como hipertensão, diabetes e obesidade, que são fatores de risco para as duas doenças.

Estudos anteriores já apontavam que outras atividades físicas podem reduzir tais fatores, mas exercícios vigorosos como a corrida se mostraram ainda mais eficazes. Com exceção da exposição à luz solar, os atletas, em geral, cuidam mais de si mesmos e de sua alimentação. Segundo eles, a prática também ajuda no controle do metabolismo do açúcar e reduz o consumo de cigarro e álcool entre seus praticantes, fatores de proteção já conhecidos.

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Corrida contra o câncer de próstata

A prática de corrida também exerce influência sobre o aumento benigno da próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, diminuindo o risco de desenvolvimento do problema. É o que afirma uma pesquisa publicada pela revista Medicine & Science in Sports & Exercise, na edição de outubro.

Mais de 28 mil homens foram acompanhados durante oito anos. Os especialistas avaliaram a influência da corrida sobre a hiperplasia benigna da próstata. Todos os participantes eram não-fumantes, não-diabéticos e não-vegetarianos, evitando assim, a interferência de outros fatores nos resultados.

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A análise da ocorrência de problemas de saúde nos participantes revelou uma relação direta entre o esporte e o aumento da glândula. Os resultados apontaram que os homens que praticam corrida apresentam um risco menor de sofrer com o crescimento da próstata.

Além disso, o estudo identificou que o risco de hiperplasia diminuía conforme a distância percorrida. Foi notado que, quanto maior o trajeto feito por semana e quanto melhor a performance em um teste de 10 quilômetros, menos chances de sofrer com o problema os participantes tinham. Entre os corredores, os mais rápidos diminuíram o risco em 32%, quando comparados aos praticantes mais lentos.