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Amamentação favorece habilidades de raciocínio e vocabulário

Estudo reforça que leite materno é o melhor alimento nos primeiros meses do bebê

Um estudo publicado no The Journal of Pediatrics revelou que crianças amamentadas desenvolvem mais rapidamente o cérebro, apresentando melhor desempenho de vocabulário e raciocínio do que aquelas que não foram amamentadas. A análise foi liderada por cientistas do Institute for Social and Economic Research at the University of Essex, na Inglaterra.

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A pesquisa contou com a colaboração de 12 mil bebês nascidos no Reino Unido entre 2000 e 2002. Quando cada criança completou nove meses, os estudiosos fizeram uma visita aos pais e questionaram se elas haviam sido amamentadas e por quanto tempo. Ao completar cinco anos, as crianças foram submetidas a testes que avaliaram as suas habilidades de raciocínio e o seu vocabulário.

Cerca de seis a cada dez crianças foram amamentadas por algum período de suas vidas e, independente de terem nascido de parto prematuro ou amamentadas por quatro ou seis meses, apresentaram resultados melhores do que as demais. Além disso, as que nasceram no período ideal de nove meses e ainda foram amamentadas estavam alguns meses à frente das outras crianças.

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O leite materno é o melhor alimento para o bebê, pois reforça o seu sistema imunológico e favorece o desenvolvimento da criança. Embora o presente estudo não tenha estudado os benefícios de sua exclusividade na alimentação, é consenso entre os especialistas que tal dieta é a mais indicada até os seis meses de vida.

Amamentação diminui os riscos de morte súbita infantil

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O aleitamento materno também pode proteger contra a síndrome da morte súbita infantil, segundo estudo feito pela University of Virginia, nos Estados Unidos. Essa proteção aumenta conforme o tempo de aleitamento e se o bebê é alimentado exclusivamente com leite materno.

O estudo foi realizado com dados de outros 290 trabalhos sobre morte súbita infantil, que foram feitos desde 1960 até 2009. Os pesquisadores descobriram que bebês que foram alimentados com leite materno durante o primeiro ano de vida tinham até 60% menos chances de morrer subitamente do que aquelas crianças que não foram amamentadas. A proteção é ainda maior quando a alimentação é exclusivamente feita com leite materno e pode diminuir as chances da síndrome em 73%.

De acordo com os autores do estudo, essa proteção acontece devido à quantidade de anticorpos - conhecidos como imunoglobinas - contidos no leite materno, que protegem o bebê de infeções durante o período que ele está mais suscetível à síndrome da morte súbita infantil.