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Gravidez pode diminuir risco de infarto

Mulheres com quatro ou mais filhos têm coração mais protegido

Apesar de estudos anteriores apontarem uma maior incidência de problemas cardíacos em mulheres que foram gestantes em algum momento da vida, uma nova pesquisa, publicada na revista Fertility and Sterility, mostra que a gestação pode sim ter efeito protetor sobre o coração - um benefício que poderá ser observado a longo prazo.

Os pesquisadores da Society for Reproductive Endocrinology and Infertility, nos Estados Unidos, acompanharam 1.300 mulheres durante duas décadas para chegar aos resultados do estudo.

A pesquisa avaliou, além da propensão de cada participante para doença cardíaca, a história reprodutiva de cada paciente, incluindo o número de gestações que duraram pelo menos três meses, o número de partos, o histórico da menopausa e a terapia hormonal.

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As conclusões do estudo foram que as mulheres que tiveram quatro ou mais partos mostraram-se, no decorrer dos 20 anos da pesquisa, significantemente menos suscetíveis a apresentar doença cardíaca ou um AVC em relação as que nunca ficaram grávidas, mesmo considerando outros fatores de risco.

Ainda não se sabe ao certo o porquê desse desdobramento fisiológico. Segundo os pesquisadores, a resposta pode estar relacionada à exposição prolongada a altos níveis de estrogênio e outros hormônios durante a gestação, possíveis protetores do coração. Ou ainda o fato de as participantes terem tido tratamento médico adequado durante as gestações.

Cuide do seu coração

Hábitos saudáveis são a peça-chave para manter seu coração saudável. Evitar a ansiedade é muito importante, pois ela aumenta a liberação de cortisol no organismo, o que acentua a concentração de glicose no sangue, desencadeando problemas como diabetes, alto nível de triglicérides e colesterol descontrolado. Ocorre também maior liberação de radicais livres circulantes, que agravam problemas cardíacos quando interagem com o colesterol em excesso no organismo, através da formação de placas que aderem às paredes dos vasos sanguíneos.

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Além disso, a alimentação influencia diretamente o sistema cardiovascular. Por isso, é importante escolher com cuidado cada produto a ser consumido. O óleo de canola e o azeite, por exemplo, possuem gorduras monoinsaturadas, que ajudam a reduzir as taxas de LDL, o colesterol ruim, e por isso, são preferíveis a outros tipos de óleo.

O vinho, se ingerido com moderação, também atua no controle do colesterol. Pequenas doses de resveratrol, um tipo de substância antioxidante presente nas uvas, em especial as tintas, protegem o coração contra o envelhecimento e reduzem os níveis de colesterol ruim, o LDL.

A carne vermelha, por ter quantidade elevada de colesterol, pode fazer parte do cardápio com moderação. "Controlando a ingestão dos outros alimentos fontes de colesterol, é possível ingerir carne vermelha até três vezes por semana", diz a nutricionista Roberta Stella. As proteínas vegetais, em contrapartida, ajudam a controlar a pressão arterial.

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