Consumo de álcool na gravidez pode estar associado à deficiência auditiva do bebê

Estudo japonês usou dados de 10 mil crianças medidos aos três anos

Logo que descobre que está grávida, uma das primeiras orientações é que se pare de fumar e beber. A restrição não é uma orientação sem sentido. Há pesquisas comprovando que a saúde da criança é muito afetada por esses hábitos, em vários aspectos. Um novo estudo japonês descobriu que consumir álcool durante a gravidez está associado a um maior risco de deficiência auditiva das crianças.

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A pesquisa, feita pela Universidade de Kioto, usou dados de 10.562 crianças, que incluíam informações sobre as gestações e a saúde dos bebês. Entre as medições de saúde, estava um exame de deficiência auditiva aos 3 anos de idade.

A conclusão foi de que as crianças que eram expostas ao álcool antes de nascer tinham maior chance de seus exames auditivos indicarem suspeita de deficiência auditiva.

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Além dos problemas na audição dos bebês, consumir bebidas alcoólicas na gestação podem levar à síndrome do alcoolismo fetal. A doença é o conjunto de sinais e sintomas apresentados pelo feto em decorrência à ingestão de álcool pela mãe durante a gravidez. Entre os sintomas encontram-se o déficit de crescimento, alterações em características faciais e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor.

Síndrome do alcoolismo fetal

No entanto, a síndrome do alcoolismo fetal não depende apenas da ingestão de bebida durante a gestação. Em geral, o histórico de toda a vida pode aumentar o risco. Confira mais fatores de risco para a condição:

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