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5 dicas para amamentar nos primeiros meses de vida do seu bebê

Entenda quais hábitos favorecem que você amamente seu bebê de forma tranquila

O positivo no teste de gravidez parece o início de uma batalha contra o tempo. São menos de 40 semanas para pensar sobre enxoval, quartinho, chá de bebê, obstetra, maternidade e até decidir o nome do seu filho. Isso tudo faz com que se informar sobre a amamentação, que dá benefícios por toda a vida, fique um pouco de lado.

Amamentar parece simples. É só colocar o bebê ao peito quando ele nasce que ele suga, né? O reflexo de sucção realmente existe para ajudar o bebê a se alimentar. No entanto, o serzinho que acaba de chegar ao mundo tem que aprender muita coisa de uma vez, e mamar pode não ser tão natural assim.

A dificuldade em amamentar pode causar desespero às mães, principalmente nas de primeira viagem. É possível até que se rendam às fórmulas infantis, ao acreditar que seu filho está ficando mal nutrido. Porém, existem alguns conselhos que podem tornar essa jornada bem mais tranquila e garantir os benefícios do leite materno para seu bebê. Confira as dicas!

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1 - Observe a pega. Faz toda a diferença!

Os bebês precisam estar com a boca bem posicionada para que consigam estimular a produção e saída de leite das mamas. Caso contrário, além de o fluxo ser menor, há mais chance de provocar feridas e rachaduras nos mamilos da mãe.

Observar a chamada pega correta é essencial nos primeiros dias de seu bebê. Os sinais de que está tudo certo enquanto ele mama são:

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Por outro lado, barulhos que mostram que o bebê está engolindo ar, muita dor na hora da amamentação, agitação e irritabilidade são indicadores de que algo está errado.

2 - Quanto mais ele sugar, mais leite terá

Quando um bebê nasce, as mamas se tornam tanto fábricas quanto fornecedoras de leite materno. Elas sabem quanto devem produzir e como deve ser o alimento apenas pela demanda do bebê ao sugar.

Por isso, caso seu filho esteja com a pega errada, é possível que a produção diminua. Nesses casos, é comum a mãe acreditar que tem pouco leite.

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Corrigir a pega não faz apenas com que o bebê mame mais, mas também que você produza em maior quantidade.

Neste caso, ao invés de partir logo para as fórmulas infantis, o ideal é contar com as consultoras de amamentação. Elas são profissionais da saúde preparadas para ajudar você neste momento. Ao invés de comprar todo o enxoval da melhor marca, que tal reservar um orçamento para elas?

3 - Conte com a ajuda da hidratação

Evitar bebidas alcoólicas e certos remédios são mudanças aconselhadas pelos médicos desde a primeira consulta de pré-natal, se estendendo pelo período de amamentação. Dieta gordurosa demais ou pobre em nutrientes também não é recomendada para as mães de bebês pequenos.

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Por outro lado, pouca gente sabe o que as lactantes devem ingerir para dar uma mãozinha na produção de leite. Não existem ingredientes milagrosos, e toda dificuldade deve ser avaliada pelo médico. No entanto, beber muita água é a chave para ter uma amamentação tranquila. Afinal, o leite é um alimento líquido!

Que tal fazer isso de forma gostosa? Uma opção é o chá misto de Weleda, preparado especialmente para quem está nessa fase. O Chá Misto da Mamãe é feito somente de ervas, sem aromas artificiais, corantes ou conservantes. Por isso, ele acalma você e transmite esse benefício para o bebê através do leite.

4 - Cuidado com mamadeiras e chupetas

Colocar mamadeira e chupeta na lista de compras para o bebê não é a melhor ideia para quem quer amamentar exclusivamente até os seis meses. Apesar de parecerem produtos essenciais, eles podem prejudicar o aleitamento, em especial nos primeiros meses.

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Esses bicos artificiais causam o que se chama de confusão de bicos. Isto porque o movimento para sugar o líquido na mamadeira ou manter a chupeta na boca é diferente do que o bebê faz na hora de mamar.

Aí, quando se depara com o peito da mãe, pode acabar "esquecendo" a pega correta, causando machucados e não conseguindo a quantidade de leite materno que precisa.

Caso tenha que ficar longe do seu filho por algum tempo, prepare o cuidador para oferecer o leite em colheres ou pequenos copinhos. Ele fará o movimento com a língua que faz ao mamar e conseguirá se alimentar.

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Ah, e não esqueça que o bebê sob amamentação exclusiva não precisa de nenhum complemento, nem mesmo água!

5 - Sim, você pode voltar a amamentar!

Os contratempos quando seu filho chega acontecem. Existem bebês que têm que ficar internados logo ao nascer, ou aquelas mães que precisam ficar longe e não conseguem oferecer o seio por algum tempo.

Seja qual for o motivo, com a falta de estímulo, a produção de leite vai diminuindo, e pode até parar. Neste caso, a mãe não deve se culpar, de jeito nenhum! O principal é saber que, se quiser, há uma forma de recuperar a amamentação.

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A relactação é um processo que propicia às mulheres voltarem a amamentar. Uma sonda ligada a um recipiente com leite é colada no seio, terminando próxima ao mamilo. Enquanto o bebê suga o mamilo da mãe, ele recebe leite pela sonda.

Esse contato da boca com a mama é quase mágico, e estimula a produção de leite. A explicação é que o processo de sugar faz com que o corpo produza os hormônios prolactina e ocitocina, responsáveis pelo mecanismo. Lembra que, quanto mais o bebê sugar, mais leite a mãe produz?

Para que a relactação dê certo, o melhor mesmo é conversar com o pediatra de seu filho e, se possível, ter ajuda de uma consultora de amamentação.

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