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Comer placenta é ineficaz na recuperação da mulher após o parto

O hábito começou a ser adotado por algumas mulheres, mas não há benefício comprovado nem regulação de como deve ser sua preparação

Nos últimos anos, o ato de comer a placenta depois do parto tem se tornado comum, principalmente em países como Estados Unidos e Inglaterra. Teoricamente, a placentofagia traria diversos benefícios à mulher no pós-parto, como redução da dor, aumento dos níveis de energia e de ferro no corpo, ajuda na produção de leite e até mesmo redução das chances de depressão pós-parto. O ato é inspirado em diversos mamíferos que comem a placenta de seus filhotes, que nascem envoltos nela. O ato inclusive foi feito a socialite e estrela de reality show norte-americano Kourtney Kardashian, irmã da empresária Kim Kardashian.

No entanto, uma revisão de estudos publicada no jornal científico Arquivos de Saúde Mental da Mulher, mostrou que não há benefícios comprovados no método. Pesquisadores da Northwestern University, na Inglaterra, reuniram material de 10 estudos sobre o tema e perceberam que nenhum deles comprovou algum dos benefícios atribuídos ao ato.

Além disso, os pesquisadores apontaram que não há comprovação de que comer placenta possa trazer riscos à mulher, além de não haver nenhum tipo de regulação de como esse órgão deve ser preparado para não trazer riscos à mulher. De modo geral, o órgão tem sido consumido cru, cozido e até mesmo encapsulado.

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