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Dieta flexitariana: como incluir proteínas de qualidade no cardápio

No flexitarianismo o consumo de proteína animal é liberado, mas em menor quantidade

A dieta flexitariana, também conhecida como semi-vegetariana e flexitarianismo, assim como o nome indica, é uma versão mais flexível da dieta vegetariana. De modo geral, no flexitarianismo a proteína animal é liberada, mas de maneira reduzida, sendo consumida aproximadamente duas ou três vezes por semana.

Desse modo, portanto, a prioridade de consumo se dá para os alimentos de origem vegetal. A lista de alimentos que ficam em evidência no cardápio engloba frutas, legumes, grãos, cereais, leguminosas e lacticínios. Por isso a dieta semi-vegetariana é interessante para quem quer diminuir o consumo de carne de origem animal ou perder peso.

De acordo com o U.S. News & World Report, instituição americana especializada na criação de relatórios e rankings, a dieta flexitariana está entre as melhores no quesito ?dietas para ter uma alimentação saudável?. Além disso, a nutricionista Dawn Jackson Blatner, autora do livro ?The Flexitarian Diet (A Dieta Flexitariana)?, explica que mesmo sem eliminar totalmente a proteína animal da alimentação é possível obter os benefícios que estão associados ao vegetarianismo.

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Como incluir proteínas de qualidade no cardápio?

Assim como em qualquer plano alimentar, antes de dar início a dieta semi-vegetariana é fundamental consultar um especialista, caso dos nutricionistas e nutrólogos. Eles são os profissionais mais indicados para acompanhar a mudança alimentar e fazer as devidas orientações nutricionais.

Mas ler e estudar sobre a dieta também ajuda a entender quais alimentos possuem melhor qualidade para inserir no cardápio. Quando se trata de proteína animal não se esqueça que a recomendação é a mesma, pois, ainda que de forma esporádica, ela estará presente na alimentação. Neste quesito, a carne de frango é uma opção saudável para a dieta flexitariana, que dá preferência para as carnes brancas.

O frango é considerado uma proteína magra (sem pele), já que possui um menor índice de gorduras saturadas quando comparada à carne bovina. O alimento também é fonte de aminoácidos essenciais para a reparação de músculos e tecidos, além de ser rico em minerais, caso do ferro, e vitaminas do complexo B, como B2 e B12.

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No Brasil, desde 2004, o uso hormônios e fortificantes na criação de aves é estritamente proibido, mas outros detalhes também fazem diferença para a saudabilidade do animal, pensando nisso a Sadia desenvolveu a linha Sadia Bio, na qual os frangos são criados por quatro família granjeiras que possuem o certificado de Bem-Estar Animal.

Ou seja, as granjas têm um espaço mais amplo, com iluminação especial e um ambiente preparado para ser mais agradável para as aves, além disso, elas são alimentadas com ração 100% vegetal produzidas em Mato Grosso.

Já quando se trata de vegetais, os alimentos ricos em proteínas - e em outros nutrientes - são, por exemplo, as leguminosas (grão de bico, lentilha e feijão) ou ainda, cogumelos e quinoa. Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, as proteínas vegetais não devem ser consumidas exageradamente para repor a de origem animal. Basta seguir corretamente a orientação do seu nutricionista e ingerir a quantidade correta ao longo do dia.

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