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Estudo brasileiro mostra que produtos "livres de gordura trans" podem conter o ingrediente em sua composição

Aproximadamente 20% dos produtos analisados contavam com a presença de gordura trans industrializada

A má fama da gordura trans já é antiga, pois seu consumo está associado a diversas doenças cardiovasculares e problemas de memória. Um estudo realizado pelo Idec (Instituto brasileiro de defesa do consumidor) em conjunto com o Nupens/USP (Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo) alerta que alguns alimentos rotulados como "zero gorduras trans?" podem conter o ingrediente em sua composição.

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A pesquisa analisou 11 mil produtos e constatou que 18,7% deles contêm ou podem conter gordura trans em sua produção. Isso porque, as normas brasileiras permitem que a informação "zero gordura trans" esteja escrita na embalagem de produtos que tenham em sua composição a quantidade igual ou inferior a 0,1 gramas do ingrediente por porção.

Além disso, a tabela nutricional no rótulo do produto pode manter a mesma informação nos casos que a quantidade do ingrediente seja igual ou menor que 0,2 gramas por porção, segundo as regras estabelecidas pela Anvisa.

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Devido a isso, a pesquisa pôde identificar que 11% de salgadinhos, 9% de produtos de panificação e 8,4% dos biscoitos contavam com a presença do ingrediente em sua composição, sendo que, nas embalagens alegavam ser "zero gordura trans". Desta forma, o estudo explica que é necessário atenção antes de comprar esses produtos.

A gordura trans é um tipo de gordura vegetal submetida a um processo de hidrogenação industrial muito utilizado pelos fabricantes com o intuito de fazer com que o alimento tenha um prazo de validade maior que o comum, e segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) seu consumo provoca mais de 500 mil mortes ao ano, ligadas à doenças cardiovasculares.

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