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Escolha o melhor método contra as olheiras

Há vários tipos de cremes, laser e até injeções de gás contra as marcas

Elas surgem por vários motivos. Desde alguns vícios como fumar e beber com frequencia até estresse, enxaqueca, avanço da idade, insônia e até mesmo por razões hereditárias. O período menstrual também pode causar olheiras, já que nesta fase o fluxo sangüíneo é maior e a dilatação dos vasos também.

Compressas e maquiagem podem ser utilizadas para tentar amenizar as marcas, mas nem sempre são eficazes. Segundo a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, "as olheiras se formam na pálpebra inferior dos olhos por ser uma região com pele fina e delicada. A dilatação dos vasos traz um inchaço, o que torna o local mais escuro."

Existem diversos tipos de tratamentos. Desde produtos com bioflavanóides, que diminuem a dilatação dos vasos; despigmentantes, como hidroquinona, ácido kojico e fítico, que tornam a pele mais clara; descongestionantes locais (antiinflamatórios), que agem na diminuição das bolsas; até os mais conhecidos de origem fitoterápica como chá verde e derivados da camomila, quelantes de ferro (acido tioglicolico) agem eliminando o pigmento férrico resultando da pigmentaçao dos globulos vermelhos. A dermatologista ainda revela que as vitaminas como a C e E, que tem função anti-envelhecimento e descongestionante, também agem como clareadores.

Há ainda outras opções com ácidos, os famosos peelings, que promovem uma suave esfoliação da região e o clareamento. Para os casos mais graves,a médica indica o uso de lasers, principalmente os de luz pulsada - que emitem um feixe de luz e são atraídos pela cor do pigmento. Esse tratamento requer de quatro a cinco sessões, sem exposição solar durante o período. O Laser Fracionado também melhora a pigmentação local e, ao mesmo tempo, trata as rugas finas e flacidez. Para um resultado satisfatório são necessárias 3 a 4 aplicações com intervalo mensal

Outra boa opção é a carboxiterapia, infiltração do gás dióxido de carbono (CO2) para promover aumento das trocas de oxigênio no local e melhora a irrigação. A carboxiterapia estimula a formação de novas fibras colágenas e melhora e aspecto de flacidez da pele na região. Valéria Marcondes indica de cinco a oito sessões, que devem ser feitas semanalmente.

Esses tratamentos devem ser indicados por médicos especializados e restritos a alguns tipos de pele para evitar manchas ou quaisquer complicações.