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Bebês com anomalias sofrem maior rejeição por mulheres

Pesquisa sugere que a aparência física e beleza pesam mais para elas

Estudos feitos por pesquisadores do Harvard-affiliated McLean Hospital, demonstram que a rejeição de bebês que nascem com alguma anomalia congênita é maior entre as mulheres.

O estudo foi feito com 13 homens e 14 mulheres e consistiu na observação do comportamento dos voluntários diante de imagens de bebês anômalos. Foram mostradas aos voluntários 50 fotos de recém-nascidos com alguma anomalia e 30 de bebês saudáveis.

O resultado demonstrou que 90% das mulheres rejeitaram as crianças por suas características físicas, enquanto apenas 20% dos homens tiveram a mesma reação. Tal resultado é bastante surpreendente pelo fato de contradizer uma série de teorias sobre o amor materno.

Segundo o médico Igor Elman, diretor do setor de psicopatologias do hospital, estas teorias, em geral, afirmam que as mães amam seus filhos incondicionalmente independente de suas características físicas ou de seu comportamento e que levam mais jeito com crianças do que os homens.

Para Igor, o estudo deixa claro que a aparência física e valores como a beleza e saúde são mais importantes para as mulheres do que para os homens e que o amor materno, assim como qualquer outro, depende de diversos fatores psicológicos e sociais.