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Câncer de Boca precisa ser diagnosticado precocemente

Manchas, feridas e até mesmo dores na região bucal pedem avaliação imediata do dentista

O INCA (Instituto Nacional do Câncer) estima que só no Estado de São Paulo mais de 4500 novos casos de câncer de boca sejam diagnosticados este ano, a maioria entre homens, cerda de 3,5 casos para cada homem; e 1 caso por mulher. A incidência maior do câncer de boca é entre homens acima de 40 anos, que bebem e fumam, embora, segundo Jossi Ledo Kanda, responsável pelo Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, a incidência esteja mudando devido aos novos hábitos das mulheres, especialmente com a sua entrada no mercado de trabalho.

A grande dificuldade no tratamento do câncer bucal, como explica à especialista, acontece devido à demora para diagnosticar a doença. A maioria dos doentes procura um especialista quando o tumor atinge mais que 4 cm, já considerado avançado, e que o tratamento é mais complexo. Quando o tamanho é inferior a este, a probabilidade de cura são mais elevadas, porque, ao contrário de outros tipos, pode não ocorrer metástases .

O mais indicado para conseguir um resultado precoce da doença é examinar a boca com freqüência, prestando atenção em mudanças na cor da língua ou dificuldade para mexê-la, manchas que não desaparecem ou feridas que não cicatrizam. Qualquer um desses sintomas deve ser levado em conta e a procura por um médico deve ser imediata.

A especialista também alerta que a boca pode avisar sobre o risco de outras doenças, como candidíase, aids, câncer, sífilis e tuberculose.

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