PUBLICIDADE

Sexo na terceira idade deixa de ser tabu

Cuidados médicos e vida saudável preservar o desejo por mais tempo

A melhor qualidade de vida e os avanços na medicina trouxeram um cenário novo para o Brasil: o aumento do número de idosos, que já representam 8,6% da população do país. São aproximadamente 15 milhões de pessoas com idade acima de 60 anos segundo dados do IBGE. E um dos principais avanços está relacionado à sexualidade dessas pessoas.

Os problemas ainda existem como as queixas de disfunção erétil para os homens e, entre as mulheres, a disfunção hormonal na menopausa. Mas pesquisas contínuas no campo médico conseguiram grandes progressos na área da sexualidade dos idosos. A reposição hormonal garantiu a permanência da libido nas mulheres, estimulando seus parceiros a também cuidarem da saúde. Novos tratamentos para a disfunção erétil foram introduzidos, melhorando consideravelmente a vida sexual dos pacientes que as utilizam.

Outro fator que contribui para a melhor da sexualidade na terceira idade é a vontade de manter a vida sexual ativa, cada vez mais comum entre essas pessoas. O Estudo da Vida Sexual do Brasileiro, realizado pelo ProSex (Projeto Sexualidade da Universidade de São Paulo), com o apoio do laboratório Lilly, comprova esse fato. A pesquisa revela que 57,3% dos homens entre 51 e 60 anos tem vontade de fazer sexo algumas vezes na semana. E na faixa entre 61 ou mais anos, 60,7% dos homens tem a mesma vontade.

Hoje em dia existem vários tratamentos que podem ajudar o casal a manter sua vida sexual ativa. Os medicamentos orais possibilitam que os homens com disfunção erétil possam usufruir de uma vida sexual ativa, com eficácia em aproximadamente 80% dos casos , relata o Dr. Guilherme Buchelle, gerente médico do laboratório Lilly.